Taylor Swift está revelando detalhes sobre seu álbum de sucesso, Folklore.

Na última matéria da People, a estrela contou sobre a inspiração por trás de uma de suas músicas favoritas de seu oitavo álbum de estúdio, que foi totalmente escrito e gravado remotamente durante a quarentena no ano passado.

“Eu estou realmente orgulhosa de ‘She had a marvelous time ruining everything’ de ‘The Last Great American Dynasty’ porque é sobre o que acontece quando uma mulher se liberta”, disse Swift, que está indicada em 6 categorias no Grammy deste mês.

“Pode ser um momento chocante para a sociedade quando uma mulher se mostra dona de seus desejos e impetuosidade”, continua Swift, “e eu amo a ideia de que a mulher em questão ficaria muito alegre com sua liberdade para se importar com que ela está decepcionando ou chocando. A ideia é de que ela decidiu que havia momentos maravilhosos para acontecerem e isso era mais importante”.

Na faixa – que foi inspirada na vida de Rebekah Harkness, dona anterior da casa de Taylor em Rhode Island –, a vencedora do Grammy reflete sobre a vida animada da filantropa e seu casamento com o herdeiro da “Standard Oil”, William Harkness, relacionamento que era o boato da cidade.

“Lá se vai a última grande dinastia americana / Quem sabe, se ela nunca tivesse aparecido, o que poderia ter sido / Lá se vai a mulher mais louca que esta cidade já viu / Ela se divertiu muito estragando tudo”, canta Taylor.

A canção, favorita dos fãs, também foi adotada pelos críticos por conta do jogo de palavras que Taylor utiliza e os paralelos que a estrela pop traçou com sua própria vida. “Cinquenta anos é muito tempo / Holiday House estava calmamente naquela praia / Livre de mulheres loucas / Seus homens e maus hábitos, e então foi comprada por mim”, canta Swift na reviravolta final da música.

Nos últimos anos, a cantora também tem falado cada vez mais abertamente sobre o machismo que ela e outras artistas femininas vem enfrentando na indústria.

“Estou tentando me educar o máximo possível sobre como respeitar as pessoas, sobre como desprogramar a misoginia em meu próprio cérebro. Jogue-a fora, rejeite-a e resista a ela”, disse Taylor em seu documentário aclamado pela crítica, Miss Americana. “Tipo, não existe essa coisa de vagabunda. Não existe essa coisa de cadela. Não existe essa coisa de mandona.”

Olhando para os dois álbuns que ela criou durante a pandemia (a estrela chocou os fãs ao lançar a irmã do Folklore em dezembro), Taylor diz que aprendeu como várias coisas podem ser criadas de forma simples.

“Acho que uma das coisas que levarei dessa época comigo no futuro é que, muitas vezes, menos é mais. Uma sessão de fotos de um álbum pode realmente ser tão simples quanto entrar em um campo com um fotógrafo na fazenda de seus amigos. Além de que, você também pode fazer seu próprio cabelo e maquiagem “, diz ela.

Ao considerar projetos pós-pandemia, Taylor diz que está mais do que nunca determinada a fazer as coisas por conta própria.

 “Sinto-me orgulhosa dos elementos DIY desses álbuns e, no futuro, sempre explorarei essa opção antes de adicionar qualquer outra camada a um projeto”, diz ela. “Se eu puder fazer sozinha, eu o farei.”

Matéria publicada pela People e traduzida pela Equipe TSBR.





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