Escrito por Aline em 29 de janeiro de 2018

Corretor imobiliário processa Taylor Swift por comissão

Se tem um emprego bom para se ter é o de corretor imobiliário de Taylor Swift. Não é novidade para ninguém que a cantora gosta de investir em imóveis, sendo dona de duas casas em Los Angeles, um apartamento em Nashville, uma casa em Watch Hill (Rhode Island) e uma cobertura no badalado bairro do Tribeca em Nova York (no ano passado a cantora ainda alugou um sobrado no West Village enquanto fazia reformas em seu apartamento). Toda essa atividade no mercado imobiliário vem com um preço: além das cifras milionárias que a cantora gasta com suas propriedades — que muitas vezes são pagas em dinheiro vivo para minimizar o impacto dos impostos — ela também tem que pagar a comissão de quem apresenta as casas para ela e introduz a negociação.

É aí que mora o problema mais recente da equipe de advogados da cantora. O corretor responsável por apresentar uma propriedade vizinha ao apartamento de Taylor no Tribeca — o qual foi especulado que Taylor tenha adquirido no final do ano passado pelo valor de $18 milhões de dólares — entrou com um processo contra a companhia que gerencia as investidas imobiliárias dela alegando que eles não teriam pago a comissão devida. Entenda melhor o caso:

A confusão está instalada entre Taylor Swift e um corretor imobiliário de Manhattan que alega que a cantora se recusa a pagar $1.08 milhões de dólares em comissões pela compra de sua propriedade no Tribeca.

Um membro não identificado da firma de corretores Douglas Elliman apresentou a cantora de “Shake It Off” ao dono do número 153 da Franklin Street que fica abaixo do prédio em que a cantora de “Bad Blood” tem uma cobertura duplex no ano passado, de acordo com um processo aberto em Manhattan.

A propriedade era a combinação perfeita para ela que é um alvo frequente dos paparazzi, uma vez que o seu prédio que fica no número 155 da rua não possui uma garagem interna. Isso faz com que Taylor tenha que estacionar na rua, segundo o processo.

O corretor da Douglas Elliman também mostrou para Swift a propriedade de 27 pés de largura na qual o desonrado político francês Dominique Strauss-Kahn ficou enquanto enfrentava acusações de assédio sexual em 2011. O corretor também deu plantas da moradia para ela.

Mas a companhia que gerencia os negócios de Swift, Firefly, excluiu Douglas Elliman do acordo feito em outubro, segundo o processo.

Douglas Elliman está pedindo pela comissão, que é de 6% do valor de venda.

Taylor não é indicada como ré do processo, mas duas empresas que ela controla são os réus. Um porta voz de Swift se recusou a comentar e os representantes das empresas não retornaram as ligações.

Relembre o especial que fizemos sobre as propriedades de Taylor!

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Fonte: Page Six