13 de março de 21 Autor: Maria Eloisa Barbosa
Taylor fala sobre o Grammy para a Entertainment Tonight

Já faz 13 anos desde que Taylor Swift recebeu sua primeira indicação ao GRAMMY, de Melhor Artista Revelação.

Embora ela não tenha levado o troféu para casa em 2008 (o prêmio foi para Amy Winehouse), a cantora acumulou uma série de vitórias impressionantes no GRAMMY ao longo dos anos, incluindo duas de Álbum do Ano – Fearless e 1989 – e  Melhor videoclipe por “Bad Blood”.  Agora, aos 31 anos, Swift está concorrendo a mais seis GRAMMYs, incluindo Álbum do Ano com Folklore (que ela escreveu e lançou no ano passado em meio à pandemia de coronavírus) e Canção do Ano por “Cardigan”, na próxima cerimônia que acontece nesse domingo.

Antes do grande dia, ET falou com Swift sobre como é estar regravando suas músicas no 13º aniversário de sua primeira indicação. Ela também refletiu sobre sua carreira, compartilhando os conselhos que daria a seu “eu mais jovem”, sabendo o que sabe agora.

“É muito louco quanto tempo passou desde a minha primeira indicação no Grammy. Eu continuo me sentindo muito sortuda por continuar fazendo parte desta noite”, Swift contou para a Keltie Knight do ET, durante uma pausa dos ensaios esta semana. “Eu acho que o conselho que eu daria para mim quando era mais nova, provavelmente seria, quando as coisas ficam difíceis, sempre foque no quanto você ama música”. 

“Essa tem sido a coisa que, não importa o que aconteça, tem me protegido das coisas externas que fazem com que eu me sinta estranha”, ela continuou. “Eu nunca tive problemas com o fato de fazer música ou tocar música. Eu nunca parei de amar isso. São coisas externas que me deixam para baixo às vezes”. 

Swift disse que há, particularmente, duas coisas que a ajudaram a protegê-la durante sua carreira: 1) entusiasmo e 2) o quanto ela ama música

“Assim que você falha, o entusiasmo faz você pensar que a próxima grande ideia está chegando”, explicou ela.  “E o seu amor pela música sempre vai centrar você, se você está fazendo as coisas por isso [amor pela música], e apenas isso, porque é difícil de arrancarem isso de você”.

“As pessoas podem diminuir e criticar outros elementos”, acrescentou.  “Parece muito, muito simples, mas amar a criação e a execução da música é o que eu acho que realmente me ajudou a equilibrar as coisas”.

Além de suas indicações ao GRAMMY, Swift também estará no palco no domingo à noite para apresentar alguns de seus sucessos.

“Uma coisa que posso dizer sobre minha performance no GRAMMY que não é altamente confidencial é que ela inclui meus colaboradores Aaron Dessner e Jack Antonoff”, ela provocou durante uma aparição na CBS News.  “O que é realmente empolgante, porque esta tem sido uma aventura que nós três vivemos desde o início da quarentena e do lockdown”

Ben Winston, produtor executivo do GRAMMY, também conversou com o ET esta semana sobre o que os fãs podem esperar do tão esperado retorno de Swift ao palco da premiação.

“É uma performance incrível. É genuinamente mágica. Eu estava sorrindo de orelha a orelha”, disse ele, pouco depois de assistir ao ensaio de Swift.  “Ela e sua equipe têm o conceito mais ambicioso para sua performance, mas é brilhante e é lindo e acho que vai ser um dos momentos da noite, sem dúvida”.

Matéria publicada pelo ET Online e traduzida pela Equipe TSBR.





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