A primeira versão da lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da Rolling Stone foi publicada originalmente em 2003. Desde então, ela vem sendo atualizada com o passar do tempo à medida que gostos mudam, novos gêneros surgem e a história da música continua sendo reescrita.

Então, em 2020 a revista resolveu refazer a lista do zero com a ajuda de 300 artistas, críticos, produtores e personalidades importantes da indústria da música.

Taylor Swift aparece na lista com dois álbuns, “Red” na 99ª posição e “1989” na 393ª posição.

Confira o que foi escrito sobre cada álbum:

#99 – “Red”

Taylor Swift chocou o mundo com seu quarto álbum, rompendo com a música country para fazer um disco que lembrou clássicos dos Beatles e Prince na maneira como saiu da paisagem pop e rock e transformou cada som que tocou. O single principal, “We Are Never Ever Getting Back Together”, foi um som eletrônico forte e oscilante. “I Knew You Were Trouble” seguia um ritmo dubstep, e a faixa-título era um redemoinho de banjos, guitarras empoeiradas e exaltação de talk-box. Os tablóides tiveram trabalho tentando descobrir qual música era sobre qual ex, mas a verdadeira notícia era a composição de Swift em pontos altos como a surpreendente “All Too Well”, uma lembrança tão vívida pós-término mais do que qualquer artista já produziu.

#393 – “1989”

Swift começou a fazer “música pop oficialmente” em 1989, escrevendo uma carta de amor para os Pet Shop Boys e Eurythmics, com todos os sintetizadores brilhantes, hooks congelantes e a pegada maníaca de “Blank Space” e “Bad Blood”. Ela termina o álbum com o electro-chill de “Clean”, um de seus exorcismos românticos mais marcantes e grandiosos, comparando a memória do amor a “um vestido manchado de vinho que não posso mais usar” e desenrolando imagens de afogamento e sobrevivência que podem lembrar outra heroína dos anos oitenta, Kate Bush.

A lista completa dos 500 álbuns está disponível no site da Rolling Stone.





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