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O Eduardo, membro da nossa equipe que foi ao primeiro show da Red Tour em Newark e irá ao segundo, divulgou em seu blog uma review completíssima e muito interessante da apresentação. Confira:

Bom, depois de meses de espera, chegou o grande dia. Tinha que pegar meu ingressos, que eram pit, na bilheteria, e havia uma possibilidade de meet and greet. Então fui bem cedo para arena, em torno da 1 hora da tarde, pois a bilheteria abria as 11 horas. Mas chegando lá ninguém tinha informação de nada, só que os ingressos do pit deveriam começar a ser entregues a partir das 17 horas. E o pior era ter que ficar no lado de fora, no frio, e choveu por alguns minutos. E eu ainda estava na luta pra ver se ia rolar o meet ou não. Dai enchi o saco da mulher que ela me liberou antes o ingresso do pit pra eu ir pra uma outra fila ver se conseguia falar com alguém que tivesse a informação. E nada. Dai voltei, falava com um monte de gente, até que consegui falar por telefone com o Jordan, da 13management, e não havia mais meets disponíveis, mas ele me deu 2 ingressos para o pit do show de hoje a noite (28/03)!!!

Por volta de quase 19 horas entrei no pit e estava bem vazio, e consegui ficar na grade! Não demorou muito para o primeiro ato de abertura se apresentar, o Florida Georgia Line.

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Eles cantaram 4 músicas, incluindo o hit Cruise. Apresentação rápida, mas muito boa. Logo em seguida, veio o Ed Sheeran.

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O Ed fez um showzaço! Mandou muito. Canta muito, toca muito, é muito simpático. Ele abriu com Give Me Love, depois cantou Lego House, You Need Me But I Don’t Need You, The A Team, e fez bastante brincadeira com a plateia. Fiquei bem surpreso, esperava algo bem chato ahahaha me surpreendi muito.

Depois, uma placa vermelha que cobre o palco desce com os dizeres RED, e isso já mostra que o show já vai começar! Passam vídeos no telão, enquanto arrumam o palco, e então começa a tocar American Woman do Lenny Kravitz, sinal que o show vai começar! E começa.

State Of Grace abre o show, com direito a fogos no final da apresentação! E durante essa performance, a Caitlin abanou para mim hahahaha ela fica um minuto mais ou menos parada vendo o público no fim da passarela e em seguida canta Holy Ground, ponto altíssimo da noite, com todos tambores!

Ao fim da performance ela conversou com o público, disse que ama tocar em New Jersey, que é um público incrível, em especial por ter tantas luzes (realmente, haviam muitos cartazes brilhantes). Então ela explica que durante o show vamos ver muito a cor vermelha, pois para ela, cores são ligadas a emoções, e vermelho é raiva, amor, desamar, entre outras coisas. E é sobre isso que é o show, e em seguida ela pega sua guitarra (vermelha, óbvio) e canta Red.

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Depois de Red, a placa vermelha desce e cobre o palco e começa You Belong With Me, em uma versão retrô que eu não curti, não é empolgante igual a versão original, além de que eu por estar muito na frente e a placa praticamente na minha cabeça, vi foi é nada da performance hahahaha depois que acaba, a placa sobe novamente e aparece um vídeo, do qual a Taylor conta que desde de criança quer ser cantora, e a mídia te constrói para depois de derrubar, e então começa uma glamurosa performance de The Lucky One. A mais teatral da noite, diria.

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Ela coloca agora uma saia, pega o violão e vai para o meio da passarela e senta lá, enquanto arrumam o palco. Mais uma vez ela fala das luzes, dos cartazes, das roupas. E introduz Mean, dizendo que quando crescesse não queria encontrar pessoas más na sua vida, e que a maldade é uma coisa dos adultos e começa a cantar Mean acústico, mas depois vai para o palco principal e canta com a banda.

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Depois é a performance bobinha, da música que menos gosto da Taylor (e acho que da carreira toda mesmo). Stay Stay Stay, não mudou muito o que acho da música, mas cantei feito um louco mesmo, então… e ela brincou antes de começar dizendo que só escrevia música sobre maus relacionamentos, mas que nesse a pessoa tinha “ficado”.

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No meio da música ela faz um cover de Ho Hey, do The Lumineers, enquanto a escada se levanta. Ficou bem divertido. Depois passa um vídeo dela de criança, e vai subindo conforme a idade, até chegar aos 22!

No meio de 22, ela é carregada pelos dançarinos pela platéia até chegar ao B Stage, que fica no fim da arena. Lá, ela começa o set acústico dizendo que adora mudar o show, e que vê o que os fãs pedem/querem ouvir, e disse que a mais pedida no dia foi Starlight e canta ela. Eu gravei o audio, caso queiram ouvir, é só clicar aqui. E o show segue com a participação de Ed Sheeran no B Stage cantando Everything Has Changed, no qual eles erram/se atrapalham com a letra! ahahahah foi bem engraçado, ficou um silêncio por um tempo, dai a Taylor pediu palmas pro Ed. Bem fofo <3

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Depois ela cantou Begin Again, e no telão mostrava imagens de Paris. Finalizando o set acústico ela começa Sparks Fly lá, e depois entra numa espécie de gaiola e voa pelo público até chegar no palco principal novamente.

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No final de Sparks Fly, muitas faíscas. E em seguida, Caitlin faz um solo no violino, e logo começa um dubstep!!! I Knew You Were Trouble, a melhor performance da noite!

Taylor agora senta num piano, no topo da escada, e introduz All Too Well dizendo que ela escreve música sobre um sentimento específico, mas que essa música havia muito sentimento, então ela decidiu escrever tudo como aconteceu porque se lembrava de tudo como aconteceu. A performance mais triste, e é perceptível a tristeza na voz da Taylor.

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Os dançarinos agora aparecem como bonecos de dar corda, e uma caixa de música é formada no palco, por onde a Taylor aparece para cantar Love Story.

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Ela sai do palco, ele se ilumina de estrelas, e ela aparece com outra roupa para cantar Treacherous, que a passarela se levanta, e ela começa a caminhar pela passarela inclinada, como se fosse cair. Achei interessante, pois combina com a letra da música, com algo que a qualquer momento pode despencar.

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Música circense tocando, dançarinos com perna de pau e é hora de We Are Never Ever Getting Back Together!

Fim de show :( e que show. Fantástico. Meu terceiro show da Taylor e posso dizem sem dúvida nenhuma que foi o melhor, inclusive, melhor que a Speak Now Tour. Acho que algumas coisas podem melhorar, em especial o final do show, que fica meio perdido tudo, mas Taylor cada dia se superando mais!

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