ama2014

Taylor está na capa da edição de novembro da revista BusinessWeek e apesar de não ter conversado com eles, Scott Borchetta, dono da Big Machine, gravadora de Taylor concedeu uma entrevista à revista sobre sua vida e seu trabalho com Taylor e como começou na indústria da música. Confira o artigo traduzido abaixo:

Scott Borchetta, fundador da Big Machine Records, gravadora de Taylor Swift com sede em Nashville, pega a edição deluxe do 1989, atual sucesso recorde da cantora. Ele tira cuidadosamente a capa branca da edição especial do CD, que os fãs podem comprar exclusivamente na Target (TGT) por 13,99 dólares.

No interior, além do disco, há um pacote de fotos Polaroid de Taylor Swift em vários ângulos e poses. Há uma dela andando de balsa no porto de Nova York, outra em que ela está descansando melancolicamente na cama, e em um terço delas ela está posando com uma camisa de manga comprida roxa, uma versão (da camisa) que os fãs podem comprar em seu site por 60 dólares. Na parte inferior de cada foto há uma frase manuscrita de uma das músicas do álbum. Borchetta diz que o truque das polaroids criada pela equipe de marketing de Taylor, levou a uma onda de amor on-line entre a cantora e seus fãs. Em 27 de outubro, o dia do lançamento do álbum, Borchetta disse que Swift ligou para dizer que ela tinha dado retweet em todas as fotos dos fãs com as Polaroids. “Ela disse, ‘Oh, meu Deus! Estamos nos divertindo tanto!'”, disse Borchetta.

É a tarde de uma sexta-feira do início de Novembro, 11 dias após o lançamento do 1989, que Swift, que apareceu no cenário country de Nashvillhe, descreveu como “seu primeiro, documentado, e oficial álbum pop” num livestream no Yahoo! em Agosto. Na primeira semana o 1989 vendeu 1.29 milhões de cópias. Isso foi 22% de todas as vendas de álbuns nos Estados Unidos naquela semana, de acordo com a Nielsen SoundScan. Foi a maior semana de vendas desde The Eminem Show do Eminem, em 2002, e o maior lançamento dos últimos dois anos até agora, superando sucessos como Beyoncé, Coldplay e Lady Gaga. Naquela semana, Taylor teve cinco músicas no Billboard Hot 100, incluindo “Shake it Off”, o primeiro single do álbum, que esteve, e ainda está confortavelmente em 1º lugar. Ela também teve dois álbuns antigos voltando ao Billboard 200 – Red, de 2012, em 84º, e Fearless, de 2008, no chart pela sua 221ª semana, em 117º lugar.

O sucesso de Swift é uma anomalia em uma indústria doente que está em declínio desde 2000. No mês passado, a Recording Industry Association of America informou que as vendas de CDs do primeiro semestre de 2014 caíram 19% em relação ao ano anterior, para 56 milhões. Em 2002, as vendas de álbuns no total em os EUA oscilavam em 681 milhões (em relação a 2001 de 763 milhões). Os 10 melhores álbuns de 2002, depois de The Eminem Show e a trilha sonora de 8 Mile, incluem Nellyville (4,9 milhões de álbuns vendidos), Let Go da Avril Lavigne (4,1 milhões), e o Home das Dixie Chicks (3,7 milhões). Compare isso com este ano: Antes do 1989, o maior álbum do ano foi o Ghost Stories do Coldplay, que fez umas insignificantes 383.000 cópias em sua primeira semana e já vendeu um total de 737.000 desde o seu lançamento, em maio. Isso é cerca de um terço da primeira semana de vendas de Swift, com o 1989, que espera vender mais de 400.000 cópias em sua segunda semana. Taylor está tão à frente do resto que eles não podem nem sequer vê-la.

Por um tempo, houve a esperança de que os downloads digitais iriam compensar as baixas vendas de álbuns, mas a RIAA relata que as vendas deste formato diminuíram 14% nos primeiros seis meses de 2014. Enquanto isso, a receita de serviços de streaming como o Spotify aumentaram 28% . Mas os artistas muitas vezes são pagos uma fração de centavo cada vez que os usuários ouvem uma música. “Para um download digital, Taylor Swift, provavelmente, levará para casa 50% do varejo”, diz Alice Enders, um analista da indústria musical. “Então, isso equivale a 50 ou 60 centavos, dá bem mais dinheiro em comparação com uma fração de um centavo”, diz ela.

Por essa razão, Borchetta e Swift escolheram inicialmente reter o 1989 do Spotify. Eles fizeram a mesma coisa com o Red em suas primeiras semanas. “Nós não somos contra ninguém, mas nós não somos responsáveis por novos modelos de negócios”, diz Borchetta. “Se eles trabalham, fantástico, mas não pode ser em detrimento do nosso próprio negócio. Isso é o que Spotify é. “

Spotify divulgou um comunicado sugerindo que Swift estava dando as costas para seus fãs que utilizavam no serviço. “Há mais de 40 milhões de fãs de música no Spotify, e Taylor Swift tem quase 2 milhões de seguidores ativos que serão decepcionados com essa decisão”, disse um porta-voz Spotify Mashable, em 29 de outubro.

Swift e Borchetta então retiraram todo o catálogo dela do serviço em 3 de Novembro. Borchetta diz que foi uma conversa curta: “Eu cheguei pra ela e disse, ‘Se vamos fazer uma afirmação, vamos ser muito específicos e fortes. Toda a sua música tem valor.’ E ela concordou.” (Swift se recusou a fazer comentários para esse artigo.)

A decisão dela levou a um texto longo e passional de Daniel Ek, diretor executivo chefe do Spotify, que disse que o serviço dele estava no caminho de pagar 6 milhões de dólares a Swift em (e já pagou um total de 2 bilhões em royalties) e argumentou que ela estava encorajando a pirataria musical ao não compartilhar suas músicas através do acessível e popular Spotify. “Antigamente, múltiplos artistas vendiam múltiplos milhões todos os anos. Isso não acontece mais; os hábitos das pessoas mudaram – e não vão mudar de volta. Você não pode olhar para o Spotify em isolamento,” escreveu Ek.

Borchetta não se comoveu. Ele disse que, se fosse por ele, tiraria outro de seus grandes atos, a Florida Georgia Line, do Spotify, mas não pode por causa de um acordo com a Republic Records da Universal Music Group. “É uma conversa pararela que estamos tendo,” diz Borchetta. (O Spotify paga 70% de seu rendimento a gravadoras e associações de direitos autorais, uma grande parte indo para três grandes companhias, Sony Music Entertainment (SNE), Warner Music Group, e Universal.)

O impacto de tirar o catálago ainda não está claro – embora possa ter ajudado a movimentar alguns CDs físicos – mas outros artistas e empresários estão prestando atenção. Clarence Spaulding, um empresário proeminente de Nashville, diz que seu cliente Jason Aldean, um dos artistas  country que mais venda, é um deles. “Ele está considerando a mesma coisa muito seriamente no momento,” ele diz.

Tudo isso é uma semana muito boa de trabalho para o cabeça de 52 anos de uma gravadora sobre a qual a maioria das pessoas nunca ouviu falar. Borchetta tem pele avermelhada e uma massa de cabelo preto e cacheado que o faz parecer o cara mau em um filme dos anos 80. Swift, que tem mais de 1,8m em saltos altos, faz sombra sobre ele. Em fotos dos dois juntos, ela está constantemente se curvando, com um ar de leve esforço em seu rosto. Hoje vestido de preto – ele cresceu em Los Angeles tocando punk rock e gosta de vestir couro – e está em seu local de trabalho no corredor da música de Nashville. No corredor, há retratos dos artistas da Big Machine, incluindo Tim McGraw e Reba McEntire.

Na semana de estreia do 1989, a Big Machine Label Group tinha oito músicas na parada Hot Country Songs da Billboard, mais do que suas competidoras mais conhecidas, incluindo a Capitol Nashville e a MCA Nashville. Big Machine se auto-intitula uma gravadora indie, mas desde seu lançamento em 2005 ela evoluiu para uma companhia com 88 empregados que trabalham com composições, administração e merchandising, e ocupam quatro prédios. O negócio tem múltiplas gravadoras. Duas delas, Big Machine e Valory Music, são inteiramente controladas por Borchetta e seus parceiros. (Borchetta detém 60% da Big Machine; outros detentores de capital conhecidos são a família Swift e o cantor country Toby Keith.) Duas outras gravadoras, Republic Nashville e Dot Records, são empreendimentos conjuntos com a Republic Records, uma divisão da Universal, a maior gravadora do. Em 2012, Borchetta fechou um acordo para comercializar e distribuir a música original Nashville, a novela hit do horário nobre da ABC. “Ele começou como um garoto do Vale e agora está no comando de toda Nashville,” diz Dawn Soler, vice-presidente sênior para música ABC Television.

Apesar de seus respectivos sucessos, tanto Borchetta quanto Swift se descrevem como excluídos. Swift, que divide seu tempo entre New York, Nashville, L.A., e Rhode Island (sua propriedade lá possui oito) e tem um patrimônio líquido de 200 milhões de dólares, de acordo com Forbes, ainda se apresenta como uma antiga nerd do ensino médio. Muito já foi feito da sua persona “oh, caramba”, incluindo um meme Internet dedicado à “cara de surpresa” da cantora, o visual chocado com que ela fica quando ganha mais um prêmio. Borchetta, por sua vez, se projeta como um fora da lei da música country. Ele frequentemente fala de conseguir “respeito.”
“Há um pouco de complexo de vira-lata em Nashville,” diz Borchetta. Um pouco mais tarde, o vira-lota está dirigindo para almoçar em sua Ferrari preta, ouvindo Happy do Pharrell. Os manobristas do Etch, um restaurante no centro uniformizado da cidade, dizem “Bem-Vindo, Senhor Borchetta,” quando ele para seu carro em um espaço na frente da entrada.

Entre tacos de peixe turco, Borchetta fala sobre como chegou à Nashville. Seu pai, Mike Borchetta, era um promotor de música country que passava a maior parte do tempo dirigindo para as estações de rádios e tentando fazer com que elas tocassem os álbuns que ele levava na mala do carro. Ele se mudou para Nashville após se divorciar da mãe de Scott e casar com uma cantora country aspirante. Scott ficou em Los Angeles com a mãe, tocando baixo e ouvir ele dizendo isso, caiu fora.

Em 1981 ele visitou o pai e a madrasta em Nashville e nunca foi embora. Ele tocou em bandas country por algum tempo e quando não estava em turnê, ele trabalhava na sala de correspondências da empresa do seu pai, enviando encomendas em massa das gravadoras e fazendo ligações para as estações de rádio em nome de artistas como Ronnie Milsap e o Oak Ridge Boys. Ele era melhor fazendo negócios de música do que tocando. Em 1991 ele conseguiu um trabalho de divulgação na gravadora Universal MCA Records, casa dos ícones de Nashville como Vince Gill e McEntire, a cantora e a futura estrela de uma série de comédia da Warner Bros.

Borchetta trabalhou com McEntire e a cantora o apresentou à sua futura esposa, Sandi Spika, que era cabeleireira de McEntire e projetava os vestidos dela. Sandi achou que Borchetta podia precisar de sua ajuda também. “Ele precisava de alguns ajustes”, ela diz. “Eu o ajudei a usar alguns ternos mais elegantes e mudei os sapatos que ele estava usando e coisas do tipo.” Recentemente, Sandi Borchetta projetou os escritórios da Big Machine.

Na MCA, Borchetta era um gerente, escolhendo os singles e dando conselhos. As vezes ele era arrogante, e ainda pode ser, de acordo com alguns colegas. “Tem dias que eu gostaria de sufocar o Scott Borchetta”, diz Spaulding, o empresário de Nashville, que tem clientes como Rascal Flatts, que está agora com a Big Machine, assim como o Aldean. “Mas é difícil ficar bravo com o cara. Quando Scott realmente acredita em um álbum, ele é capaz de brigar com as rádios que talvez não acreditaram nele.”

A MCA o demitiu em 1997, mas ele foi rapidamente para a divisão de Nashville da DreamWorks Records, onde ele vendeu os álbuns de Toby Keith e Randy Travis. Foi divertido até que a Universal comprou a DreamWorks em 2004 e Borchetta se encontrou trabalhando para os seus antigos chefes da MCA. Então ele decidiu criar sua própria gravadora. Antes de sair, ele começou uma relação com Swift, que era então uma cantora e compositora adolescente que vendia músicas ao redor da cidade. Uma noite naquele ano, quando Swift estava se apresentando no Bluebird Cafe de Nashville, Borchetta fez uma proposta para Swift e os pais dela. Ele disse que estava saindo da DreamWorks para começar sua própria gravadora. Ele não tinha um escritório e ele ainda precisava de financiamento. Mas ele prometeu a Swift que assim que tivesse tudo certo, ela teria um contrato com ele. “Todos eles olharam pra mim como se eu fosse louco”, ele diz. Duas semanas depois, Borchetta recebeu uma ligação de Swift. “Ela disse, ‘Ei, Scott, é a Taylor. Eu só quero que você saiba que eu já me decidi e eu estou esperando por você'”.

Em junho de 2006, a Big Machine lançou Tim McGraw, o primeiro single de Swift, uma música sobre um garoto com uma caminhonete que compartilha o amor pela estrela do country (“When you think Tim McGraw/ I hope you think my favorite song,”, ela cantava, dedilhando um violão). Naquele verão, Swift, então com 16 anos, sentou no escritório da Big Machine, colocando cópias da música em envelopes. “Em cada envelope que eu fechava, eu olhava para o endereço e para a rádio escrita nele e pensava: ‘Por favor, por favor, apenas escute isso uma vez'”, Swift disse para a Billboard em 2010. “Eu falava uma mensagem para cada envelope: “Por favor, seja quem pegar isso, por favor escute'”. Monte Lipman, CEO da gravadora Universal Republic, notou o potencial de Swift no seu próximo single, Teardrops On My Guitar. “Eu liguei para o Scott e disse: ‘Eu não sei se você percebeu, mas isso é uma música pop. Eu posso fazer o crossover”, Lipman lembra. “Ele disse: ‘Venha!'”.

Em outubro de 2006, a Big Machine lançou o primeiro álbum de Swift. Ele chegou ao número 5 na Billboard 200, vendendo 5.4 milhões de cópias no EUA. Esse foi um bom começo para a nova gravadora. “Significou que nós não estavmos com dívidas”, Borchetta diz. “Nós nunca tivemos um ano em que perdemos dinheiro”. O sucesso de Taylor Swift também estabeleceu a Big Machine como uma força em Nashville. No ano seguinte, Borchetta adicionou uma segunda marca, Valory (o nome representa ferocidade”, ele diz) e assinou com outra cantora loira, Jewel, para o seu primeiro álbum country. Ele chegou ao número 1 dos charts country da Billboard, embora ela tenha saído da gravadora desde então.

Felizmente para Borchetta, ele ainda tinha Swift. Os seus próximos dois álbuns – Fearless (2008) e Speak Now (2010) – venderam um total de 12 milhões de cópias nos EUA. Swift ajudou Borchetta a atrair o verdadeiro Tim McGraw para a Big Machine em 2012. “Quando você vê o sucesso que o Scott teve com a Taylor, isso faz com que você se levante e preste atenção”, diz McGraw.

Enquanto isso, Swift estava trabalhando no seu quarto cd, Red, e se separando de suas raízes country. Quando um dos produtores de longa data de Taylor em Nashville teve dificuldade com o seu novo material, Borchetta diz que ele recomendou que ela trouxesse Max Martin, um produtor sueco conhecido por criar sucessos que definiram carreiras para Britney Spears (… One More Time), Katy Perry (I Kissed a Girl), e Kelly Clarkson (Since U Been Gone). “Após algumas conversas, ela concordou”, diz Borchetta. Swift colocou alguns acordes country no álbum, mas as músicas pareciam mais com hinos do Top 40. Houve uma conversa na época de que o Red não atingiria as vendas dos álbuns anteriores de Swift. Em vez disso, ele vendeu 1.2 milhões de cópias na semana de lançamento em Outubro de 2012, fazendo com que fosse sua maior semana de abertura até então.

No mesmo ano, Borchetta assinou um acordou para providenciar música para Nashville. Ele também negociou o primeiro contrato com a Clear Channel Communications, que agora é a IHeartRadio, permitindo que sua gravadora ganhe os royalties quando as músicas de seus artistas são tocadas. Tradicionalmente, as rádios só pagam às empresas de publicação que representam os compositores. “O Scott não segue o passado”, diz Bob Pittman, CEO da IHeartMedia (IHRT). “Ele olha para o futuro e encontra novas maneiras de fazer negócios”. Pittman se negou a dizer quanto a Big Machine já ganhou através desse novo stream de royalty, mas Borchetta diz que os números são “significativos. Está indo muito bem.”

Borchetta também teve outro artista country que fez o crossover para o pop de uma grande maneira: Brian Kelley e Tyler Hubbard, dois caras sarados que fazem o Florida Georgia Line. Kelley e Hubbard, que cantam sobre Whisky e tomam um gole da garrafa no palco, inventaram seus próprios métodos de engajamento. Eles levaram uma churrasqueira na mala do carro nas suas primeiras turnês e cozinharam cachorro-quente e hambúrguer para os fãs. Eles se tornaram garotos propaganda para o que os críticos de música chamam de “bro-country”.

O primeiro álbum de Florida Georgia Line, Here’s To The Good Times, chegou ao número 4 dos charts country da Billboard em 2012, em grande parte graças a um remix do hino de festas, Cruise, que tinha o rapper Nelly. Para alguns puristas da música country, já era ruim o que Borchetta tinha feito com Swift. Cruise foi coisa demias. “Eu chamo o Scott Borchetta de anticristo da música country”, diz Kyle Coroneos, editor do site Saving Country Music. Borchetta diz que ele está simplesmente deixando os artistas seguirem suas próprias musas. Quando Florida Georgia Line lançou o segundo álbum, Anything Goes, no começo de Outubro, ele chegou ao número 1 da Billboard Top 200. (“Jogou bem, Satanás”, um comentarista do Youtube desapontado escreveu).

Com esse triunfo fresco, a Big Machine revelou o 1989 dia 27 de Outubro. E eles lançaram uma edição especial nas lojas Target e na Target.com, assim como foi feito com o Speak Now e o Red. De acordo com a Nielsen SoundScan, Swift, que têm parcerias com a Microsoft (MSFT), Subway e Diet Coke (KO), vendeu 647,000 cópias físicas do álbum e 640,000 cópias digitais, na primeira semana.

Uma fonte familiar com o pensamento de Swift diz que foi idea dela tirar as músicas do Spotify, e não de Borchetta e que o CEO da Big Machine está exagerando seu envolvimento porque ele está tentando vender a empresa por 200 milhões de dólares. Agora seria o momento. Swift só tem mais um álbum no contrato com a Big Machine. Depois disso, ela poderia assinar com qualquer gravadora e todas elas estariam felizes em tê-la.

Borchetta diz que a empresa não está à venda. “Sempre que a Taylor lança um álbum, eles falam: “Oh, ele está vendendo a empresa'”, ele zomba. Mas depois, ele repensa sua postura. “O negócio está mudando muito rápido e se eu ver uma oportunidade estratégica que será melhor para os nossos artistas e executivos, será uma conversa séria”, ele diz.

Borchetta foi inteligente ao assinar com Swift quando ela tinha 15 anos, mas agora aos 24, ela não precisa dele. A Big Machine, pelo outro lado, não pode perdê-la. A empresa afirma ter vendido 40 milhões de álbums dos artistas deles e de acordo com Nielsen SoundScan, a venda total de Swift é 24 milhões. No dia 10 de novembro, Swift apareceu na capa da última edição da revista Wonderland, uma revista britânica, com uma aparência retrô e inovadora, com cabelos naturais e com sobrancelhas grossas. Ela falou sobre o quão matura ela se sente e o quão confortável ela está sendo solteira. “Eu gosto disso”, diz Swift. “Eu não estou disposta a desistir dessa independência para ninguém”.

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