Após Taylor Swift ter publicado uma carta aberta em seu Tumblr revelando que estaria impedida de cantar suas músicas antigas em eventos gravados, a antiga gravadora de Taylor se pronunciou na manhã de hoje (15) em resposta às declarações da cantora.

Confira a tradução na íntegra:

“Como parceiros da Taylor Swift por mais de uma década, ficamos chocados ao ver suas declarações do Tumblr ontem com base em falsas informações. Em nenhum momento, dissemos que Taylor não poderia performar no AMAs ou bloqueamos seu especial da Netflix. Na realidade, não temos o direito de impedi-la de se apresentar ao vivo em nenhum lugar. Desde a decisão de Taylor de deixar a Big Machine no último outono, continuamos cumprindo todos os seus pedidos de licença de seu catálogo para terceiros, enquanto ela promove seu disco atual do qual não participamos financeiramente.

A verdade é que Taylor admitiu ter contratualmente milhões de dólares e vários ativos à nossa empresa, responsável por 120 funcionários esforçados que ajudaram a construir sua carreira. Trabalhamos diligentemente para ter uma conversa sobre esses assuntos com Taylor e sua equipe para avançarmos de forma produtiva. Começamos a ver progresso nas últimas duas semanas e, desde ontem, estávamos otimistas de que isso poderia ser resolvido. No entanto, apesar de nossos esforços árduos para encontrar uma solução privada e mutuamente satisfatória, Taylor tomou uma decisão unilateral ontem à noite para alistar sua fanbase de uma maneira calculada que afeta muito a segurança de nossos funcionários e suas famílias.

Taylor, a narrativa que você criou não existe. Tudo o que pedimos é ter uma conversa direta e honesta. Quando isso acontecer, você verá que não há nada além de respeito, bondade e apoio esperando por você do outro lado. Até o momento, nenhum dos convites para falar conosco e trabalhar com isso foi aceito. Os rumores apodrecem na ausência de comunicação. Não vamos continuar com isso aqui. Compartilhamos o objetivo coletivo de oferecer aos seus fãs o entretenimento que eles desejam e merecem.”

Pouco tempo depois, mais um capítulo foi adicionado à história: Tree Paine, relações públicas de Taylor, publicou uma nota no Twitter contestando a versão apresentada pela Big Machine.

https://twitter.com/treepaine/status/1195353721808596997

Tradução:

“A verdade é que no dia 28 de outubro às 17h17 o Vice Presidente, Gerente de Direitos Autorais e Negócios da Big Machine Label Group enviou para a equipe de Taylor a seguinte declaração:
“Por favor, esteja notificado que a BMLG não irá expedir licenças para gravações existentes e não irá renunciar as restrições de regravações ligadas aos seguintes dois projetos:
O documentário da Netflix e o evento “Double Eleven” da Alibaba”

Para evitar discussões sobre direitos, Taylor cantou três músicas de seu novo álbum, Lover, no evento Double Eleven já que havia ficado claro que a Big Machine Label Group sentia que qualquer apresentação televisionada de seu catálogo de músicas violaria o seu acordo. Para completar, ontem Scott Borchetta, CEO e fundador da Big Machine Label Group, negou completamente o pedido pelo American Music Awards e Netflix. Por favor, notem que na declaração da Big Machine eles nunca realmente negam as duas afirmações que Taylor fez em seu post.
Finalmente, Big Machine está tentando mudar o foco e fazer com que isso seja sobre dinheiro ao dizer que ela deve à eles mas um auditor independente e profissional determinou que a Big Machine deve Taylor o montante de $7,9 milhões de dólares por royalties que não foram pagos no decorrer dos anos.”

No momento, de acordo com Taylor, a performance de hits de ‘Artista da Década’ no AMAs e o documentário sobre a carreira da cantora na Netflix estão travados por causa desse impasse.





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