17 de fevereiro de 21 Autor: Maria Eloisa Barbosa
As regravações de Taylor podem concorrer ao Grammy

Os planos de Taylor de regravar o seu catálogo já estão acontecendo, como pudemos ver com o anúncio de Fearless (Taylor’s Version) alguns dias atrás. Esse tipo de projeto ambicioso nunca aconteceu com uma artista do tamanho dela e isso levantou questões quanto ao Grammy. Essas regravações, que em sua maioria receberam indicações no passado, poderiam ser indicadas na premiação novamente? A resposta é mais ou menos sim.

“As regras de elegibilidade atuais permitem que novas performances e álbuns fossem elegíveis se fossem gravados nos últimos cinco anos”, explicou um porta-voz da Recording Academy. “No entanto, nenhuma das músicas mais antigas seria elegível para categorias de composição”.

Essa declaração é um pouco confusa, então a Billboard pediu à Academia para explicar melhor. Fearless (Taylor’s Version) contará com seis músicas nunca lançadas antes, que definitivamente podem aparecer nas indicações ao Grammy. E o resto? “As novas performances seriam elegíveis nas categorias de performance se fossem gravadas nos últimos cinco anos”, explica a Billboard. “As canções seriam elegíveis nas categorias de composição se fossem canções novas (não lançadas anteriormente)”.

Considerando que Swift dominou praticamente todas as edições da premiação por mais de uma década – o Fearless original ganhou quatro Grammys, incluindo Álbum do Ano e Melhor Álbum Country, e ela mais uma vez foi indicada em seis categorias no próximo Grammy Awards por causa do folklore – há uma boa chance do Fearless (Taylor’s Version) conseguir algumas novas indicações assim que se tornar elegível no próximo ano.

A cantora estaria em ótima companhia se suas canções regravadas recebessem reconhecimento do Grammy. Nat King Cole foi nomeado para Álbum do Ano em 1961 com uma compilação, Frank Sinatra ganhou o Álbum do Ano em 1967 por um álbum duplo com material regravado e vários outros (Roy Orbison, Elton John e James Taylor) ganharam prêmios em categorias de performance com suas regravações. No entanto, já faz 20 anos desde que isso aconteceu – e ninguém ganhou o Álbum do Ano duas vezes pelo mesmo disco (o que seria o caso se a nova versão de Swift de Fearless vencesse a categoria no próximo ano).

Matéria publicada pela Consequence of Sound e traduzida pela Equipe TSBR.





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