Hoje, Taylor Swift lançou Lover, seu bem antecipado sétimo álbum. Ao passo que escutávamos a quinta faixa do álbum, The Archer , junto com os singles Lover, ME! E You Need to Calm Down, temos agora novas 14 músicas para escutar e adivinhar as referências, enquanto o último álbum de Swift, Reputation, tinha 15 músicas no total.

Lover significa um retorno de Swift para sua era Red, de desvatantes e emocionais baladas, com o toque pop do 1989 e vislumbres da sagacidade afiada do Reputation. O grande volume de novas músicas é suficiente para que a cabeça dos Swifties,  até mesmo dos mais experientes, gire, então a Vogue.com compilou um guia para escutar cada faixa. Abaixo, encontre quais faixas do Lover você deveria escutar, baseado nas suas músicas favoritas e anteriores da Tswift.

Se você amou “Wildest Dreams” (1989), “Treacherous” (Red) e “ Dress” (Reputation), escute “False God” e “I Think He Knows”.

Conforme ela livrou-se da sua imagem country – e dos seus anos de adolescência- Swift tem geralmente dedicado uma faixa por álbum para explorar a sensualidade e intimidade de seus relacionamentos adultos. Com Lover, Swift nos abençoou com duas: “False God” oferece com alma uma letra preenchida de não tão sutis metáforas definidas por uma batida jazz.  “I Think He Knows” oferece mais de uma percussão em direção ao som pop que Swift tratou em outras faixas do Lover, como “You Need to Calm Down” e “ME!”.

Se você amou “All Too Well” (Red) e “Last Kiss” (Speak Now), escute “Cornelia Street”.

Não é segredo que Swift passou a maior parte dos últimos três anos extremamente feliz no seu relacionamento com o ator Joe Alwyn. Nos dias de hoje, fãs de suas odes devastadas sobre amores perdidos podem ter dificuldade de encontrar músicas desse jeito. A letra de “Cornelia Street” é preenchida com esse mesmo mix de nostalgia de ruas atravessadas juntos, mudança de estações e os altos de uma relação que fazem os baixos doerem muito mais.  Não procure além do refrão ofegante de Swift, “Eu espero nunca perder você, espero que isso nunca termine, eu nunca mais andaria pela rua Cornelia de novo, o tipo de coração partido que o tempo não cura”.

Se você amou “Getaway Car” (Reputation) e “Blank Space” (1989), escute “Daylight”.

Desde seu album 1989, Swift tem tido uma tradição de reflexão de relacionamentos –românticos e platônicos- que tenham acabado bagunçados, e normalmente, publicamente. “Daylight” parece continuar a tendência de auto-reflexão, dessa vez contra a tendência de Lover, com sintetizadores pesados no instrumental. Você se encontrará escutando isso várias vezes de novo e especulando sobre o que “Muitas linhas que cruzei, imperdoáveis” Swift se refere no verso de abertura.

Se você amou “You Belong With Me” (Fearless) e “I’m Only Me When I’m with You” (Taylor Swift), escute “Miss Americana and the Heartbreak Prince” e “It’s Nice to Have a Friend”.

Você já se sentiu nostálgico por causa das raízes country-pop e suas baladas doces sobre amor adolescente?  Então “Miss Americana and the Heartbreak Prince” e “Its’s Nice to Have a Friend” são para você. Com o antigo, Swift traz, depois de uma década, uma perspectiva adulta- e possivelmente até um pouco crítica de sua fixação tardia com o idealismo de sua cidade natal e pequena nos EUA- para a letra. Soa como “A glória americana enfraqueceu antes de mim, agora eu me sinto sem esperança, rasguei meu vestido de baile correndo por tronos de rosa”, pontuado num refrão inesquecível. Em “It’s Nice to Have a Friend”, Swift devaneia numa sentimentalidade de se apaixonar por alguém que ela conheceu primeiro como amigo e confidente (Alwyn, talvez?).

Matéria publicada pela Vogue e traduzida pela equipe TSBR.





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