12 de agosto de 26 Autor: Eduarda Altmann
Taylor Swift entra para o Nashville Songwriters Hall of Fame

Aos 36 anos, ela é eleita na categoria de compositora/artista contemporânea e coroa duas décadas de carreira que começaram justamente em Nashville.

Se tem uma coisa que a gente sempre soube por aqui, é que a Taylor Swift é, antes de qualquer outra coisa, uma compositora. E agora Nashville, a cidade onde tudo começou, resolveu deixar isso ainda mais oficial.

Nesta terça-feira (11), o Nashville Songwriters Hall of Fame anunciou a Taylor como integrante da sua classe de 2026. E ela não entra de qualquer jeito: aos 36 anos, se torna a pessoa mais jovem da história a ser eleita para a instituição.

A Taylor foi escolhida na categoria de compositora/artista contemporânea (contemporary songwriter/artist), a mesma em que disputava com nomes de peso como Miranda Lambert, Chris Stapleton e Phil Vassar. Só um artista sairia eleito dessa categoria, e foi ela.

Para ser elegível ao Hall of Fame, é preciso compor há pelo menos 20 anos. E adivinha? 2026 marca justamente os 20 anos do lançamento de Taylor Swift, o álbum de estreia dela, lá em 2006. Ou seja, a honraria chega no exato momento em que a carreira completa duas décadas.

O ano da Taylor (assim como todos os outros)

Se você achou que esse era o único Hall of Fame do ano… calma. Em junho, a Taylor já tinha sido consagrada no Songwriters Hall of Fame de Nova York — uma instituição diferente —, onde se tornou a mulher mais jovem a receber a honra. Agora, em Nashville, ela vira a pessoa mais jovem de todas a entrar.

Quem mais está na classe de 2026

A Taylor não entra sozinha. A classe de 2026 do Nashville Songwriters Hall of Fame inclui também Lyle Lovett (categoria de compositor/artista veterano), Bruce Channel (compositor veterano) e a dupla Shawn Camp e Lee Thomas Miller (compositores contemporâneos). Todos vão ser oficialmente empossados durante a 56ª edição da gala anual da instituição, marcada para o segundo semestre deste ano.

Com essa turma, a Taylor passa a fazer parte de uma lista com centenas de compositores já homenageados por Music City desde a criação do Hall — gente que ajudou a definir a identidade da música country e da música pop como a gente conhece.

As palavras da Taylor

A Taylor não estava presente no anúncio, mas mandou um recado que foi lido por Mark Ford, diretor executivo do Hall of Fame. E, claro, ela não perdeu a chance de fazer uma declaração de amor a Nashville:

“Desde a época em que comecei a escrever músicas, ainda criança, eu tinha Nashville na cabeça como o lugar perfeito para estar. Eu queria aprender com os melhores e com aqueles que estavam ao meu redor, além de poder mergulhar em uma comunidade de contadores de histórias. E, felizmente, Nashville acabou sendo exatamente aquilo que eu havia sonhado. Uma cidade que reconhecia e valorizava o trabalho duro, a determinação e a imaginação. Onde os compositores aparecem para trabalhar todos os dias, mesmo quando as musas misteriosas e a magia não aparecem. Ser homenageada por esta cidade que amo tanto é algo lindo e sou muito grata.”

De volta pra onde tudo começou

Da menina que chegou em Music City ainda adolescente, com um violão e um caderno cheio de letras, à compositora mais jovem a entrar para o Hall of Fame da cidade: dá pra dizer que a história da Taylor com Nashville fechou um ciclo lindo.

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