Jimmy Iovine já foi o manda-chuva das principais gravadoras e agora é o todo poderoso por trás de tudo na Apple que envolve música. Foi ele um dos executivos que tratou de negociar com Taylor os aspectos da Apple Music depois que a cantora divulgou a carta aberta para a empresa.

Agora, ele foi eleito o mais poderoso entre os executivos da música pela revista Billboard, ganhando uma edição dedicada à ele. Lá, Taylor conta como foi sua experiência de conhecer Jimmy e detalha os bastidores das negociações com a Apple.

A primeira vez que falei com o Jimmy Iovine, foi numa ligação em conferência às 5 da manhã entre minha equipe de gerenciamento e os poderosos da Apple. Mais cedo naquele dia, o Dia dos Pais para ser exata, eu tinha escrito uma postagem criticando o Apple Music, o novo serviço de streaming que o Jimmy tinha trabalhado incansavelmente para criar e cultivar. A “Carta da Apple” virou um viral. Eu lembro de ter pensado: “Jimmy Iovine deve me odiar agora”. Mas, para minha surpresa, a voz que escutei do outro lado da linha era jovial e pensativa. Ele me disse que tinha pensado que todos nós da indústria que estávamos falando sobre aquilo, estávamos certos. Depois eu iria descobrir que Jimmy era uma das vozes que me defendiam, e a favor de recompensar devidamente todos os criadores de músicas pelos três meses de período gratuito da Apple.

Desde aquele dia eu comecei a trabalhar com o Jimmy e com o diretor de conteúdo original da Apple Music, Larry Jackson, em um filme para a The 1989 World Tour. As sessões de brainstorming e reuniões sobre esse projeto foram elétricas, com ideias sendo divididas e fluíram com grande entusiasmo. Jimmy é uma dessas pessoas raras que estão animadas de fazer o que ele faz todos os dias. A energia dele é contagiosa.

Nunca saberei o que aconteceria se o Jimmy não estivesse na Apple, devido ao seu conhecimento da indústria, humildade e generosidade dentro da equação. Mas eu sei disso: Jimmy respeita as pessoas que fazem música, e em retorno, se tornou uma das pessoas mais amadas e reverenciadas no mundo da música.

Fonte: Billboard





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