13 de dezembro de 20 Autor: Maria Eloisa Barbosa
Saiba o que a crítica achou do “evermore”

Taylor lançou no dia 11 de dezembro, de surpresa, seu nono álbum de estúdio. Até o momento, o disco está com a nota 87 no Metacritic, com 13 avaliações. Resolvemos trazer num post os principais pontos das resenhas de alguns veículos para vocês:

The Guardian:

Nota: 80

“Não contente em lançar um dos álbuns mais aclamados de 2020, Taylor Swift está de volta para o segundo round. evermore continua o trabalho bem feito que Taylor iniciou em ‘folklore’. A verdadeira mudança está na abordagem lírica de Swift, que é excelente em criar personagens, como pode-se perceber em “tolerate it”, “happiness”, entre outras. E todas essas parecem bem mais edificantes do que ela escreveu em 2017 no seu álbum reputation, reprimindo amargamente ex-amigos por suas misteriosas transgressões.”

Variety:

Nota: 93

“’evermore’, como seu antecessor do meio da pandemia ‘folklore’, parece com algo que tem sido elaborado – no melhor jeito possível – há anos, e não algo que foi escrito e gravado em agosto. Álbuns não são avaliados com base em uma curva de quanto tempo necessitou para ser feito, ou não deveriam ser avaliados assim, mas para esse álbum isso não seria desvantagem. Seria uma joia preciosa mesmo se tivesse em processo desde sempre e mais um dia”.

Rolling Stone:

Nota: 90

“Com ‘evermore’ surfando na onde de sucesso do seu irmão ‘folklore’, Taylor e seu time tiveram ainda mais liberdade para fazer qualquer coisa que queriam, e isso refletiu na música.

É uma refrescante mudança de caminho: a abordagem comum de Taylor ao se envolver com novos gêneros e sons é mergulhar de cabeça, mas em evermore ela é tão boa em curar esses riscos de produção com a mesma habilidade e meticulosidade que usa em suas melhores composições.

Sem dúvida, Taylor Swift ainda é a mestre em escrever sobre despedidas rancorosas, mas as músicas de ‘evermore’ são um passo muito bem vindo em uma direção mais madura, o resultado de meses e meses e meses dela se perdendo na floresta e questionando seu caminho a seguir”.

LA Time:

Nota: 60

“O que distingue ‘folklore’ de ‘evermore’, é claro, foi o elemento surpresa (que não se trata do lançamento inesperado, já que ambos surpreenderam os fãs e os especialistas da indústria musical), mas na mudança estilística que ‘folklore’ teve. O primeiro álbum de 2020 de Taylor nos obrigou a reconsiderar as qualidades da artista, com muitas músicas sobre personagens reais e imaginários (…). ‘evermore’ simplesmente repete o truque do seu antecessor, o que significa que suas músicas deviam ser independentes, e nem todas estão de acordo com o padrão que ‘folklore’ estabeleceu.

Ainda muitas das músicas de ‘evermore’ parecem ser descartes de ‘folklore’, com cadências vocais recicladas e frases melódicas ou cenários de composição que parecem estar inacabados, como em ‘willow’ e a bonita mas sem foco ‘ivy’.

Para muito dos artistas pop seria suficiente. Mas não para Swift”.

Entertainment Weekly:

Nota: 100

“‘evermore’, gravado em seguida de ‘folklore’ depois de Taylor ‘simplesmente continuar escrevendo’, oferece um tipo diferente de revelação: expande a promessa do seu antecessor de maneiras emocionantes, com a artista abrindo seu universo de assuntos e seguindo ideias musicais que descobrem novos lugares felizes.

As habilidades de compor músicas de Swift parecem melhoradas em ‘evermore’, com seus personagens desenhados em detalhes pontilhados.

Apesar de Taylor falar que ‘não faz ideia do que vem depois de evermore’, provavelmente será o melhor: a liberdade das expectativas, tanto com este álbum quanto com seu antecessor, levou Taylor a dar novos pulos profissionalmente, alcançando novos patamares para sua carreira que já é considerada gigantesca’.





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