Você pode oficialmente chamar Ronan Farrow de Swiftie.

Na sexta-feira, quando perguntado no Twitter se ele era ou não fã de Taylor Swift, Farrow disse que é “há um tempão”.

“Estou enquadrando a carta que ela me escreveu sobre Catch and Kill”, ele disse.

A conexão entre Farrow e Swift não é tão aleatória quanto você imagina, além de anos tweetando um sobre o outro. Farrow fez seu nome como jornalista expondo agressores sexuais ao mostrar as vozes das vítimas, como pode ser visto em sua exposição da New Yorker sobre Harvey Weinstein, que ajudou a desencadear o movimento internacional #MeToo. Seu livro Catch and Kill: Mentiras, espiões e uma conspiração para proteger predadores detalha os desafios que ele enfrentou ao pesquisar, relatar e finalmente publicar a peça em Weinstein para o New Yorker depois que a peça foi inicialmente negada pela NBC News.

E Swift foi destaque na capa da Person of the Year 2017 da TIME como parte do Silence Breakers(quebradores de silêncio), o grupo de mulheres que se manifestou contra agressão sexual e assédio, depois que um DJ de rádio de Denver chamado David Mueller a assediou, estendendo a mão sob a saia e agarrando-a. Depois que ela falou sobre o ataque, Mueller foi demitido. Ele virou e processou Swift por milhões em danos, então ela o processou, pediu $ 1 dólar e testemunhou sobre o incidente. “Imaginei que, se ele fosse cara de pau o suficiente para me assediar nessas circunstâncias de risco, imagine o que ele poderia fazer a um jovem artista vulnerável se tivesse a chance”, disse ela à TIME. Farrow entrou na lista do TIME 100 no ano seguinte por seu jornalismo investigativo.

Mas esperamos que Farrow queira dizer que ele é fã também do trabalho dela como artista, porque imaginá-lo dançando em sua casa com “The Man” é bom demais.

Matéria publicada pela Entertainment Weekly e traduzida pela Equipe TSBR.





Twitter do site

Facebook do site

Scroll Up