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O USA Today fez uma matéria sobre a nova fase de Taylor, explorada no 1989. Ela fala sobre sair do country e se assumir como cantora pop e sobre a sua vida nesses últimos 2 anos.

Tendo balanceado sua carreira entre os mundos do pop e do country desde 2006, Taylor Swift sabia que era hora de tomar algumas decisões sobre o seu direcionamento musical.

“Eu precisava escolher um lado”, diz Swift, 24 anos, que irá lançar 1989, seu primeiro álbum completamente pop na segunda-feira. “Se voce persegue dois coelhos, alguma hora você acaba perdendo os dois. Eu queria pegar um, e era fácil de fazer, porque eu estava naturalmente me atraindo pelo som influenciado pelo pop-sintetizado dos anos 80”.

Com o Red, de 2012, ela diz: “você ouvia o bandolim em uma música, então um baixo de dubstep na outra música. Você meio que pensava, isso está realmente no mesmo álbum?”

Então para o 1989, ela continuou com Max Martin e Shellback, a dupla de produtores que trabalharam em We Are Never Ever Getting Back Together e I Knew You Were Trouble, assim como o seu primeiro produtor, Nathan Chapman, que contribui em uma faixa. Ela também colaborou com Ryan Tedder do OneRepublic, Imogen Heap e Jack Antonoff do fun.

“Tudo era sobre um novo território, se arriscar, não ter medo”, diz Antonoff, que trabalhou com Swift em duas fixas, Out of The Woods e I Wish You Would. “Ela está incansavelmente se motivando a não ter medo de se arriscar”.

Até aqui seus fãs tem abraçado esses momentos. Em agosto, Shake It Off fez a sua estreia no topo do Hot 100 da Billboard e já vendeu 2.5 milhões de downloads, de acordo com o Nielsen SoundScan. Out of the Wood, foi o download mais feito da semana passada, e Welcome to New York, lançada nessa semana, provavelmente terá números parecidos.

Em 2012, o terceiro álbum de Swift, vendeu 1.1 milhões de cópias na primeira semana. Dois anos depois, Red vendeu 1.2 milhões. Nenhum artista lançou um álbum em 2014 que tenha vendido tanto no ano inteiro. Billboard projeta que 1989 venderá de 800.000 a 900.000 unidades, fazendo dele o melhor lançamento do ano por um ou dois fatores. Ela poderia chegar a marca do milhão na segunda semana.

“Se Taylor fizer 800.000 em uma única semana ela poderia imediatamente ter o álbum mais vendido do ano que não seja de alguém chamado Frozen”, diz Keith Caulfield, o diretor de vendas/charts da Billboard.

Fãs da música country não deveriam ver a mudança de Swift para o pop como um abandono do estilo que a ajudou a subir para a fama, mesmo que ela acredite que todos deveriam ter visto isto chegando.

“Por favor, I Knew You Were Trouble passando seis semanas no primeiro lugar nas listas pop é meio que um grande sinal”, ela diz. “Penso que as pessoas achavam e talvez esperavam que eu fosse nesta direção. Eu não sei se as pessoas esperavam que eu fosse honesta sobre isso”.

Se os ciclos de dois anos da carreira de Swift continuarem a serem efetivos, ela sairá em turnê mundial no próximo ano, e terá um novo álbum em 2016. Até lá, a cantora e compositora ainda em desenvolvimento poderá ir para uma direção musical totalmente diferente.

“Eu meio que vejo minhas decisões criativas tendo como um pêndulo balançando entre elas”, ela diz. “Se eu for em uma direção, provavelmente, no próximo álbum, eu irei em uma direção completamente oposta.”

“Nada está descartado. Exceto por, talvez, fazer um álbum de rap. Porque não acho que eu seria muito boa nisso”.

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