Jennifer James Davenport é o nome de uma ex-babá que cuidou de Taylor Swift quando criança. Hoje, a ex-babá trabalha como jornalista, e escreveu um artigo sobre sua experiência ao ir ao show de Taylor na recente passagem da 1989 World Tour pela Philadelphia, na Pensilvânia, tantos anos depois de ter trabalhado com a família Swift e cuidado daquela que veio a se tornar uma das maiores pop stars do mundo.

Leia abaixo:

Em uma noite de sábado, no meio de junho, minhas duas filhas e eu fomos com duas amigas próximas ao show de Taylor Swift na Philadelphia, com outras 50.000 pessoas. Estava alto, estava lotado e quente – e valeu cada segundo.

Eu conheci Taylor quando ela era uma linda garota de 3 anos de idade, olhos azuis e cabelo ondulado. O pai dela era um bom amigo do meu tio e se tornou amigo do meu pai. A família dela tinha uma casa em Sea Isle e eu costumava ser babá de Taylor e de seu irmão mais novo, Austin. Eu ouvi falar que algumas crianças sabem o que serão desde pequenos, e Taylor era definitivamente uma delas. Desde o momento em que eu chegava lá até o momento em que ela ia dormir, ela cantava, dançava e entretia. A parte mais louca era que ela tinha apenas 3 anos e era boa!

A família de Taylor eventualmente se mudou de sua casa de verão em Sea Isle para Stone Harbor, e Taylor era vista cantando no Henry’s quando tinha oportunidade. Ela passou seus dias de verão como o resto de nós, na praia e até jogando basquete na liga de verão de Stone Harbor. Uma coisa é certa, ela nunca parou de cantar. Eventualmente, ela iria cantar o hino nacional frequentemente para o Reading Phillies, próximo à sua cidade natal em Wyomissing, PA.

Quando Taylor tinha 12 anos, eu estava trabalhando para os 76ers da Philadelphia. O pai dela ligou, perguntando se havia chance de ela cantar o hino nacional antes de um jogo.  Você pode imaginar quantas ligações assim recebemos. Muitas. Eu não sabia como ia ser, mas eu sabia que ela havia cantado para o Reading Phillies, então eu pensei, por que não? Taylor veio algumas semanas depois. A linda e corajosa menina de 3 anos de idade havia se tornado ainda mais bonita, mas um tipo tímido de adolescente. Taylor cantou o hino aquela noite e impressionou os torcedores. Eu me lembro da minha chefe, Lara Price, dizendo “Ela vai ser algo grande um dia”. Se soubéssemos na época quão certo ela estava! Taylor voltou uma vez mais no ano seguinte. Então ela se mudou para Nashville e, bem, você sabe o resto da história.

Como basicamente toda garota jovem na América, minhas filhas absolutamente amam a Taylor. Minha filha de 7 anos, Maggie, sabe cada palavra de cada música, e graças ao seu iPod constantemente tocando, eu também sei. Ir ao show dela foi o máximo!

Como era o nosso primeiro, decidimos chegar lá em grande estilo, com uma limousine. Fomos recebidas nos portões com pulseiras e nos orientaram a botá-las para o show. Ninguém sabia para que serviam. Os shows de abertura foram ótimos, porém longos, e foi depois das 9 da noite que Taylor finalmente subiu ao palco. Minha filha de 6 anos, Lauren, cantou com todo o coração por 15 minutos e estava pronta pra ir pra cama. Maggie, no entando, não se sentou mais. Ela estava animada, não conseguia conter. Ela gritou, se animou, cantou, dançou e quando Taylor falou sobre sua vida e o amor e sobre superar tempos difíceis, Maggie ouviu atentamente. As pulseiras se iluminavam a cada música e agora tem um lugar permanente na nossa estante de livros.

Taylor falou da Philadelphia e sobre estar em “casa”. Foi incrível ver 50.000 pessoas fixadas em cada palavra e movimento dela. Para eles, ela é uma estrela que eles idolatram. Para mim, ela sempre vai ser uma menina de cidade pequena que cantava com um controle remoto com o coração e grandes sonhos, que provou que você pode ser o que quiser. Enquanto ainda ouço minha filha cantando “Shake It Off” no andar de cima,  eu só consigo imaginar onde seus grandes sonhos a levarão.

Fonte





Twitter do site

Facebook do site

Scroll Up