05 de outubro de 10 Autor: Airton
Entrevista para Glamour Magazine

Entrevista da Taylor para a Glamour, revista que tem a cantora como capa atual. Confira os shoots do ensaio na nossa galeria, clicando aqui.

Sobre Kanye West:

“Tudo que acontece comigo é colocado em uma música. Por algum motivo, eu fico muito confortável falando sobre minha vida pessoal nas músicas. Lá [nas músicas],eu não seguro: nomes, datas, vezes, expressões no rosto das pessoas, onde estavamos exatamente e como sentimos isso, o que eu gostaria que eu tivesse falo para eles no momento. Então eu não estou apenas animada sobre dividir as músicas com fãs; eu também estou muito interessada em ouvir a resposta dos garotos que eu escrevi sobre nesse cd.”

Qual é a lição mais importante que você aprendeu no amor?

“Eu aprendi que você não pode prever ou planejar isso. Para alguém como eu que sou obcecada com organização e planejamentos, eu amo a idéia de que o amor é a única excessão para isso. O amor é a única carta selvagem.”

Há qualidades que você procure em um garoto agora que você não procurou quando era mais nova?

“Quando eu estou conhecendo uma pessoa, eu procuro alguém que tenha paixões que eu respeito, como sua carreira. Alguém que ame o que faz é muito atraente. No colegial, eu costumava pensar que era “tipo muuuuito legal” se um garoto tivesse um carro incrível.” Agora nada disso importa. Hoje em dia eu procuro por caráter e honestidade e confiança.”

Uma garota uma vez me contou que um dos motivos que ela te ama é por que ela nunca se sentiu abandonada por você, como ela se sentiu pela Miley Cyrus. E você ouve artistas falarem coisas como, “Quando eu fiz 21 anos, a gravadora me transformou em uma criatura sexualizada.” Você consegue se ver indo nesta direção?

“Eu não tenho idéia de quem eu vou se no futuro, mas agora, essa não sou eu. Eu gosto de escrever sobre relacionamentos. Eu gosto quando meus amigos estão comigo e nós nos reunimos no piano e cantamos músicas de viagens com todo nosso fôlego… E eu gosto de coisas que me fazem sentir com sete anos de novo. Eu nunca desprezo pessoas pelo jeito que elas escolhem de se divertir; só não é, necessariamente, o jeito que eu gosto de me divertir.”

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