Todos os anos o britânico The Guardian publica o MediaGuardian 100, uma lista montada por uma equipe de experts em mídia em que os candidatos são julgados por sua “influência cultural, econômica e poder político”.

Apenas cinco nomes da indústria musical aparecem no ranking desse ano e Taylor Swift garantiu o lugar como o mais poderoso de todos eles, sendo de uma das duas únicas mulheres no top 10 geral, ocupando a 8ª posição. Adele aparece como a outra artista feminina no 48º lugar.

Os outros três nomes da indústria musical que aparecem na lista são Simon Cowell (em 23), o fundador do Spotify, Daniel Ek (em 47), e o chefe executivo da Universal Music UK, David Joseph (em 52).

Com uma fortuna estimada em 200 milhões de dólares de vendas de álbuns, turnês e publicidade, Taylor Swift tem seguidores o suficiente (mais de 60 milhões no Twitter e 54.6 no Instagram) para enfrentar o Spotify e a Apple. No último ano ela tirou todo seu catálogo do Spotify em protesto ao pagamento que os artistas vêm recebendo. Em junho, ela deu um passo ainda maior, enviando uma carta ao chefe executivo da Apple, Tim Cook, sobre a decisão da companhia em não pagar os produtores, compositores ou artistas durante o período de 3 meses grátis de teste do seu serviço de streaming. Com sucesso, Swift fez a gigante corporação ficar envergonhada e mudar sua mente – nem tantos outros músicos teriam cacife pra fazer aquilo. Ou, como um de nossos jurados disse, ela “sozinha fez a a Apple prestar atenção em algo que havia ignorado das grandes corporações”.

Confira o ranking completo clicando aqui.





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