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Hoje, o site americano The Ledger, fez uma matéria interessante sobre a performance de domingo da Taylor no  “Florida Strawberry Festival”, entitulada “Taylor mostra suas próprias canções em Festival”. Confira a tradução completa desta matéria:

“Uma cantora e compositora de 19 anos sobe ao palco do show porque ela efetivamente tem um conjunto de canções que parecem vindas do coração. Sua habilidade na composição e na música se estendem para além das palavras e da música, fica no sentimento.

No palco do show lotado, de domingo no “Florida Strawberry Festival”, às vezes, percebiamos perplexos no meio de uma canção, quando aproximadamente dois terços desconcertados, eram cobertos por uma passagem chave e assim era cumprimentada com muitos aplausos. Em algumas partes ela interrompia a fraseada canção com reflexões.

Ela ainda abriu seu espetáculo como uma garota comum, descendo as escadas de costas pra decoração do palco, vestindo camiseta e jeans, para poder agir de acordo com a apresentação de “You Belong With Me”, uma lamentação de uma garota normal, que compete com uma manipuladora líder de torcida para chamar a atenção de um garoto.

Após o fim da canção de abertura , é feito um “rasgo em suas roupas” para revelar um vestido “ouro lame cocktail”, um toque de flash é dado, que compete essa garota-pop à Elvis, que pode dar início tanto com o pop e mundos diferentes em seu próprio país com uma credibilidade que não pode ser alcançada apenas por um script.

Como garota que gerou mais atenção no festival do que outros mais experientes do que ela, Swift tinha tudo para ressoar desde sua estréia no anfiteatro Garth Brooks’ em 1990. Algumas de suas canções são sucessos, grandes hits. Outras simplesmente falam para um mundo de adolescentes que foram as mais evidentes (embora dificilmente dominantes) seu público.

Seu estilo, porém, se tem pouca atenção. Ela evita “florescer” como muitos cantores que logo querem se exibir  para u uma grande multidão. Em vez disso, ela permite que suas palavras se expressem quase como um membro extra da banda. Swift não fará nada para arriscar uma dessas canções.

Canções sobre namoro definem o seu truque. Em uma peça encenada de brincadeiras para introduzir um novo backup, ela diz que ela não iria escrever sobre as coisas ruins que os caras tem feito, ela apenas não pode agir de outro modo a não ser escrevê-las. Mais tarde, na introdução da mais selvagem dessas canções, “Should’ve Said No”, ela observou uma razão para não estar enganada com sua resposta anterior, “é porque eu escrevo canções”, diz ela.

Swift domina a gramática e o melodrama de uma música pop. Ela é suficiente para o seu país: uma das melhores performances do evento ocorreu quando guitarristas de rock deixaram o palco e ela assumiu em um tamborete, acompanhada no próprio violão acústico.

“Eu não sou uma princesa” foi provavelmente a melhor frase dela. Tem uma anti-vaidade, adotando a linguagem dos contos de fadas especificamente para rejeitá-las. A cantora lamenta que na vida real o romance não adota o visual consistente com ganchos que distinguem entre os príncipes e os não príncipes.

Musicalmente, no entanto, Swift não tem trabalho com suas maiores canções porque ela é firme. Diferente de outras performances do festival, que mostram tensão. Swift parece totalmente confortável.

Qualquer uma de suas últimas quatro canções poderiam ter servido como uma final. Para fazer uma diferença, o show acaba com “Change”, como um hino. É um grande feito para um show, serve para mostrar que ela tem um longo futuro pela frente como cantora.”

Fonte: TheLedger





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