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A edição 1194 da revista Capricho (capa do Justin Bieber), traz uma entrevista super bacana com a Taylor! No papo, ela falou sobre vários assuntos, entre eles sobre voltar ao Brasil. Confira:

Não é difícil amar Taylor Swift. Ao mesmo tempo, é bem fácil criticá-la. E a cantora sabe disso. A norte-americana, de 24 anos, dona de uma das carreiras mais brilhantes da música hoje em dia, nunca se importou em expor a vida amorosa por meio de suas músicas. Se com isso ela ganhou fãs por todo o mundo, também atiçou a curiosidade de muitos, que passaram a acompanha-la de perto e a julgar cada um de seus romances. O mundo da fama é assim, Tay. Mas, mesmo com todas as desvantagens, a cantora ama a vida que leva. E foi ela mesma que nos contou isso durante uma conversa reveladora em Los Angeles. Dá para ser linda, talentosa, apaixonada e pé no chão, tudo ao mesmo tempo? Taylor Swift prova que sim.

CH: Há pouco tempo, a New York Magazine elogiou você como a maior pop star do mundo!
TS: Senti-me honrada. Engraçado, quando as coisas acontecem ao seu redor, a prioridade número um é não mergulhar neste ‘exagero’.

CH: Como assim?
TS: Não posso pirar nesta atmosfera cool que me rodeia e nem nas críticas cruéis ao meu respeito. Tenho que viver em um terreno neutro, no qual me vejo como uma pessoa comum que compõe canções no quarto. É claro que o que acontece com essas músicas agora é algo bem diferente se comparado ao que rolava quando eu tinha 12 anos. Nessa época, teria escrito uma música me perguntando se alguém algum dia a ouviria.

CH: O que você faz quando suas músicas ficam íntimas demais? Divulga mesmo assim?
TS: Nunca existiu um momento em que achei que tivesse falado demais. Eu não costumo escrever uma música, a não ser que seja uma versão romântica do que realmente aconteceu. Converso muito com minhas amigas sobre o contexto emocional das coisas. Tipo, se você vai, toma um café com um cara e não sai de lá interessada, é claro que não chego em casa e escrevo 6 canções sobre aquilo. [risos]

CH: Como você compõe uma música?
TS: Começa com uma ideia que pode vir a qualquer hora. Sempre tenho comigo meu celular, que tem aquele aplicativo de gravador de voz, e então posso cantar para o telefone. Meus amigos e minha família já se acostumaram comigo parando uma conversa e correndo atrás do celular.

CH: Quando você está triste, você canta para se consolar ou apenas chora?
TS: [Risos] Às vezes, eu faço os dois. Comecei a compor com 12 anos porque não tinha muita vida social. Aí escrevia uma música exatamente sobre o que diria para a pessoa que fez com que eu me sentisse daquele determinado jeito. E não acho que mudei muito essa fórmula. A composição me ajudou a enfrentar tanto a solidão e a rejeição, quanto a felicidade extrema.

CH: Os dias sem vida social são passado, vai? Agora você tem 24 anos, é bonita, famosa … Qual é a desvantagem da sua vida hoje?
TS: Aiiii. Poderíamos falar sobre isso por horas [risos]. É claro que existem desvantagens. Mas funciona mais ou menos assim: O importante é valer à pena. Escrevo músicas, toco em estádios, durante os Grammys … Vivo a vida que sempre sonhei. Então, para mim, os inconvenientes valem à pena.

CH: Sério?
TS: Mesmo quando os caras ficam intimidados ou quando as pessoas dizem o que querem sobre mim. Vale à pena mesmo quando usam meus momentos difíceis como entretenimento ou ainda quando transformam minha vida em uma ficção. Se eu começar a te contar o que me incomoda ou me deixa insegura, viraríamos a noite aqui. Só que, ao mesmo tempo, a minha vida é muito boa, então, no contexto das coisas, ficar reclamando soa um pouco irritante. Não gosto de fazer isso.

CH: Você acha mesmo que intimida os caras?
TS: Ah, sei lá, você tem que perguntar para eles [risos]. É difícil dizer. Tipo, eu nunca olharia para eles e perguntaria: “Oi, você se sente intimidado por mim?”. Acho que não seria nada legal da minha parte! Bom, não quero ser presunçosa sobre isso, mas pode ser que seja desse jeito, sim.

CH: Você toma iniciativa com garotos?
TS: Eu sou meio tradicional nesse sentido. Se o cara está a fim de falar comigo, eu suponho que ele virá falar comigo. Se quiser ligar, ele vai. Eu tento não ficar criando expectativas nos meus relacionamentos. Não mais.

CH: Como é a relação com a sua família?
TS: Sou muito próxima a minha família, que é a minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo. São pessoas que eu sei que me darão opiniões sinceras. Um dos meus medos é olhar ao redor e perceber que sou rodeada de gente que tem receio de me dizer o que realmente pensa.

CH: É difícil lidar com isso, não é?
TS: Sim. Como saber o que é verdade? Como saber se você foi longe demais ou mesmo se não está se esforçando o suficiente? A minha família não tem medo de mim, tipo, todos sabem que eu não posso demiti-los sabe? [risos]. Então eles sempre dizem o que realmente pensam. E eu os escuto.

CH: E seu estilo? O que você está amando mais na moda atualmente?
TS: Minhas escolhas de moda vêm de uma filosofia bem parecida com as escolhas que faço na vida: tento voltar a fita, fingindo que estou anos mais velha, e aí, imagino o que eu pensaria ao olhar para determinado look com 44, 64 ou 84 anos. Eu vou olhar para trás e pensar: “Nossa, não acredito que eu usei isso!” [risos]. Acho que é por isso que eu escolho looks mais clássicos. Eu me inspiro em mulheres como Françoise Hardy, Jane Birkin, Audrey Hepburn e Cyd Charisse. Sem coloco estes nomes no google para ver fotos. Adoro o estilo delas!

CH: De cozinhar, você gosta? Qual é a sua comida favorita?
TS: Gosto muito! O que eu faço sempre tem a ver com a estação em que estamos. No inverno, gosto de assar cookies de menta, de abóbora ou algo do tipo. E a minha comida favorita? Hmm .. Bom, eu amo café! [risos]. Eu realmente amo. Me conforta. Sei que essa é uma coisa bem estranha de dizer sobre a minha comida favorita, mas fazer o que se eu gosto de um café latte?

CH: Você tem uma rotina durante as turnês?
TS: Assisto bastante TV e filmes quando estou em turnê. Fico lá vendo ‘Friends’. Eu nunca imaginei que viveria nesse ritmo, em que passo por quatro países diferentes na mesma semana. Mas você se acostuma, por mais estranho que seja.

CH: Você vai trazer a sua turnê para o Brasil?
TS: Eu quero muito ir ao Brasil este ano! Amo demais os meus fãs brasileiros. Eles são incríveis. É uma grande prioridade minha voltar ao Brasil!

CH: Quer dizer algo para os swifties brasileiros?
TS: Eu os amo! Quero agradecer o apoio que têm me dado ao longo dos anos. É muito louco o tanto que eles são incríveis!

Transcrição: Taylor Swift – RED Tour 2013

Scans serão postados em breve em nossa galeria! Você pode adquirir a sua revista nas bancas por R$5.





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