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Em apenas 7 anos, Taylor Swift tornou-se um fenômeno global. Ela ganhou o prêmio do CMAEntertainer of the Year” duas vezes (2009 e 2011), foi nomeada “Artista do Ano” pela Billboard em 2013 e levou as honras de “Álbum do Ano” no Grammy Awards de 2010 – sendo a artista mais jovem e a primeira mulher cantora solo de country a conseguir isso. (Tendo ela 7 Grammys e 6 prêmios do CMA).

Com o tempo foi nomeada uma das “100 Pessoas mais Influentes do Mundo”. Já foi capa duas vezes da revista Rolling Stone. Ela escreve todas suas músicas, superou vários gêneros nas rádios e paradas de download digital em todo o mundo e apareceu em filmes de Hollywood e programas de televisão de sucesso. Ela administra a 13 Management, e está envolvida em todos os componentes de sua publicação, gravação, produção de shows e contratos publicitários.

Ela só tem 23 anos – e está tendo a melhor fase de sua vida. Seja dividindo o palco com Tim McGraw e Keith Urban com “Highway Don’t Care” nesse ano no CMA Music Festival, tocando para 80.000 fãs histéricos no London’s Wembley Stadium ou harmonizando no palco com Mick Jagger no concerto de junho do Rolling Stones em Chicago, Swift vê seu sucesso como uma oportunidade para promover Nashville e a música que ela ama. De fato, essa é uma das razões que a faz dar prioridade para fazer turnês no exterior.

“Ir para fora de sua zona de conforto geograficamente não é uma coisa fácil, sabe” ela explica durante uma pausa durante um típico dia ocupado. “É algo que muitos artistas não gostam de fazer. Você pode estar em uma fase de sua carreira nos Estados Unidos e depois ter de começar de novo em outro território. Mas nós começamos a fazer isso cerca de 5 anos atrás, e eu sou muito agradecida por termos feito porque agora nós podemos ir lá, e tocar em arenas na Europa e tocar em estádios na Austrália. Tem sido incrível ver como minha música funcionou na Europa e na Ásia, os lugares que nós fomos e porque nós saímos do nosso lugar para podermos ir. É incrível olhar para uma plateia de pessoas que esgotaram todos os ingressos sem ao menos falar em inglês e eles cantam junto cada letra de suas músicas. O fato de ser paga dessa forma me deixa muito orgulhosa de ser de Nashville. É um investimento que eu fico muito feliz por termos feito.”

Swift também vê indícios de alcance internacional da música country muito mais perto de sua casa em Nashville.

“A última vez que estive no Country Music Hall of Fame and Museum, eu percebi que quase todo mundo que estava andando era da Europa, Austrália ou da Nova Zelândia,” ela disse. “E isso deixou fez muito feliz. Isso me deixou orgulhosa de ver pessoas de outros países curiosas por cantores e compositores de música e música country de Nashville”.

Ela verá muito mais em breve. Em novembro, “The RED Tour” irá para Austrália e Nova Zelândia, onde ela se tornará a primeira artista feminina solo aos 20 anos a tocar em estádio lá. Se arriscando a tocar em estádios sempre que possível, ao invés de várias noites em arenas, foi uma decisão calculada.

“Taylor é uma cliente extremamente importante do The Messina Group, uma de nossas subsidiárias”, disse Randy Phillips, presidente do CEO, AEG Live, que lida com as promoções de concertos nacionais e internacionais de Swift. “E ela é uma anomalia, porque esgotar ingressos de estádios não é uma coisa fácil de conseguir. Ela é uma das poucas pessoas que conseguem facilmente diversos mercados. A demanda de Taylor é absolutamente vinda dos fãs, e você não pode fingir uma demanda. Está lá ou não está. O público quer ver ela, e eles não se importam de ir em estádios para conseguir isso.”
“Ela é a melhor”, ele continua. “Ela cruza gêneros como nenhum outro artista. Ela quer experimentar e olhar para diferentes mercados. É óbvio que suas raízes estão no country, mas o seu sucesso vem atravessando em direção ao pop. Nenhum artista da música country conseguiu quebrar internacionalmente o caminho que a Taylor tem em tantos mercados. Ela é única. Se você quiser chamá-la de embaixadora de Nashville, com certeza ela será a primeira embaixadora internacional que Nashville já teve. Isso é uma enorme declaração da música country”.

“Sua conexão com o publico é inacreditável,” Phillips resumiu. “Poucos artistas conseguem alcançar essa coisa onde a parede entre eles e o público desaparece. Ela é um deles. Isso é uma importante parte da história, essa da carreira no palco, Taylor é capaz de esgotar ingressos em estádios. Quem teria previsto isso há seis anos?”

Compartilhe isso com Swift e ela irá concordar. “Eu realmente tive muita sorte com minhas turnês anteriores”, ela disse.

“Mas estar nessa turnê, os gritos e o nível de paixão dos fãs virou uma febre. Meus fãs sempre foram incríveis e emocionais, mas isso é algo totalmente novo para mim. Tem sido muito mais do que já foi. Toda noite quando eu estou prestes a entrar no elevador e andar pelo palco, é uma sensação de ‘Eu mal posso esperar para ir até lá e fazer meu trabalho’. Eu sempre soube que eu queria trabalhar constantemente até eu conseguir entrar na carreira musical, mas mesmo quando eu sonhava com essa carreira, eu não imaginava as multidões sendo maior do que teatros ou possivelmente arenas.”

“Em meus sonhos mais profundos, eu acho que eu nunca vi nada parecido com isso.”

Tradução e Adaptação: Nathalia Del Giudici – Equipe TSBR





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