17 de março de 13 Autor: Erika Barros
The Sunday Times: Não brinque com Taylor Swift

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Taylor Swift concedeu uma entrevista muito interessante à Stefanie Marsh, do famoso jornal britânico The Sunday Times. Durante a conversa, Taylor falou sobre sua carreira, vida pessoal, mídia, e muito mais. Confira a reportagem completa e traduzida:

Ela não usa drogas e não tem colapsos emocionais. Mas cruze com a pop star em seu perigo – especialmente se você é um ex-namorado

Há um momento na vida de todos os funcionários quando percebem que eles estão tecnicamente velhos e é hora de reconfigurar todas os seus instintos jornalísticos, revisar seus vocabulários de rua e começar a ler Grazia – todos de modo a não serem considerados “ruins”, grosseiros ou tristes pela “geração mais jovem”. Meu momento chegou três semanas atrás, na corrida para entrevistar Taylor Swift, americana, supostamente divina e indizivelmente empertigada, nova raça de pop estar completamente limpa, cujos trilhões de, na maioria mulheres, fãs – para não mencionar as vendas de discos – parece indicar que em breve ela será “mega” num nível Britney Spears, mas sem um episódio drogado e careca no meio da carreira.

Taylor Swift tem 23 anos. Aos 13, ela foi colocada na equipe da Sony como um de seus compositores. Ela não se veste como uma garota de colegial malvada em seus vídeos, usa drogas ou canta canções semi-secretamente sobre sexo oral. A Forbes estimou seus ganhos em $57 milhões, fazendo dela a 11a pessoa no showbusiness de maior renda, alguns entalhes atrás de Steven Spielberg e Tom Cruise mas milhas à frente de Beyoncé, Sir Paul McCartney e Angelina Jolie. Algumas pessoas reclamam que ela soa fraca quando canta ao vivo (em parte porque, ao contrário da maioria das rainhas pop, ela se recusa a corrigir seu tom com Auto-Tune), mas Neil Young ama a composição dela, assim como Lady Gaga e Rolling Stone, que a comparou com Carole King e Joni Mitchell. Stevie Nicks prediz que ela irá “salvar a indústria musical”. A especialidade de Swift são canções sentimentais emocionalmente letradas, principalmente sobre seus exs.

Antes de ser encarregada do trabalho com Swift, eu nunca havia ouvido falar de Harry Styles. Sempre que eu acidentalmente vislumbrava seu rosto na internet ou nos tablóides ou na televisão, eu arquivava-o no compartimento de adolescentes anônimos de boybands do meu cérebro, junto com o pensamento vago que ele tinha cabelo demais. (Nota para maiores de 30 anos: Fobia de cabelo desgrenhado é um sinal incontestável de que você está indo para território de Victor Meldrew.) Mas antes de entrevistar Swift, a palavra se espalhou para as pessoas com menos de 30 anos na minha vida: “Você vai perguntá-la sobre o Harry, né?” eles falavam desdenhosamente, e quando eu respondia indiferente que eu não tinha ideia de quem ele era, eles me prendiam até eu jogar seu nome no Google e descobrir que a nulidade “cabeça de esfregão” de 15 anos tem na verdade 19, é o cantor principal do veículo de Simon Cowell, One Direction, uma banda completamente formada internacionalmente por galãs com fama de “bastardos” estrelas pop que tem a função de tentar tirar Swift de seu posto em primeiro lugar nas paradas. “Cabeça de esfregão”, na verdade, também o mais recente ex-namorado de Taylor Swift.

Eu lentamente começo a compreender que “Taylor” e “Harry” (os jovens não se preocupam mais com sobrenomes) formam um tipo de elite na ordem do novo mundo, junto com o elenco de Made in Chelsea e o novo estilo de cabelo de Justin Bieber. Existiam blogs cheios de fofocas no momento da separação de Taylor/Harry –o então casal feliz aparentemente se separou no Caribe durante o natal, onde Styles encontrou consolo em uma banheira de hidromassagem na ilha privada de Sir Richard Branson enquanto Swift foi (supostamente) fotografada aparentando solitária e abandonada em um iate de luxo –é uma maravilha que os blogs tinham algo para postar antes dessa união malfadada. O universo inteiro queria conseguir os detalhes na separação, assim como os detalhes em qualquer tipo de movimento na vida amorosa de Swift.

No dia antes de conhecê-la, ela tinha se apresentado no Brit Awards, tirando um vestido de noiva no meio da canção para revelar um não testado combo de –como diria a imprensa- camiseta de manga comprida, botas até o joelho e shorts “reveladores”. (Swift ficou bem famosa desde os 16 anos, quando ela costumava usar botas de cowboy e guingão.) Enfim. A música que ela performou, um super hit autobiográfico sobre a queda de um relacionamento sobre a nossa narradora em primeira pessoa e um ex “misterioso” é chamada I Knew You Were Trouble. É extremamente cativante assim como seu último hit, We Are Never Ever Getting Back Together (também sobre um ex misterioso). A letra de Trouble incluí a matadora “You never loved me or her or anyone or anything (Você nunca me amou, nem a ela, nem a nada),” que suculentamente implica uma alta fria do tipo que as fãs de Swift vão se identificar enquanto elas melancolicamente ouvem-a de novo e de novo em seus quartos. (P.S., eu a amo, também.) “Para quem é Trouble?” eu perguntou para as garotas de menos de trinta anos. Coletivamente, elas reviram os olhos (#comoelapodeserumajornalistaenãosaberisso). “É tipo tão óbvio que é para Harry Styles.” Naquela tarde, a equipe de Swift me ligou para alertar que Swift ama antiguidades e cozinha, mas que não falaria de seus ex-namorados.

Em uma suíte de hotel em Londres, uma alta e desajeitada (1,85m usando salto alto), impecavelmente arrumada, animada com uma pitada de irreverência, informada porém bem comportada jovem –sua testa coberta por uma nova franja (controvérsia), seu vestido quase completamente coberto por um longo, largo suéter –se senta na minha frente, fazendo uma boa imitação de uma mulher dez anos mais velha. Swift é incrivelmente cortês e genial, e eu entendo porque o The Hollywood Reporter a descreveu como “a melhor pessoa do povo desde Bill Clinton”.

Com as formalidades acabadas, Swift fala como ela está animada em me conhecer. Por que você está tão animada por me conhecer? “Porque,” ela responde, tão carinhosamente que eu fico completamente despreparada para a fabricação que vem a seguir, “você é uma das pessoas mais educadas nesse mundo! Então é muito legal para mim.” Normalmente, eu sigo com a visão britânica de bajulação sem vergonha –é inaceitável. O problema é, ela é tão divertida que mesmo os “haters” dela não a odeiam. Mesmo quando estão a despedaçando, os bloggers de celebridades se referem afetivamente a ela como “T-Swizzle”. Ela também é –irritantemente para mim (é tão perversamente satisfatório entrevistar pessoas que você não suporta) – engraçada, muito inteligente e um pouquinho nerd e excêntrica.

Ocasionalmente, ela deixa escapar pensamentos como “Eu entro em transe quando eu estou em uma loja de antiguidades.” E sua exuberância por outras pessoas também lhe fazem bem. Como uma musicista jovem e esforçada ela aparecia em estações de rádio com biscoitos feitos em casa para os DJs. “As pessoas ficam confusas quando eles são músicos,” ela diz. “Eles pensam que não tem chefes, quando a realidade é o contrário –nós temos mais chefes que qualquer outra pessoa. Toda pessoa que compra seus CDs são seus chefes. E toda vez que você vai em uma estação de rádio –você acha que o DJ não é seu chefe?”

Apesar de nós querermos nos mover diretamente para pensamentos sobre seu sucessivo álbum Red (cinco milhões de cópias vendidas até agora, e crescendo), nós devemos voltar ao Brits por um momento, enquanto ainda está fresco em nossas mentes. Eu tenho uma fraqueza por músicas pop chicletes. Eu amo I Knew You Were Trouble. Taylor: “Obrigada! Oh meu Deus, muito obrigada.” Ela explica o que estava passando pela sua cabeça durante a performance: “‘Ok, consegui descer as escadas, não tropecei. OK. Próximo movimento. Volte para o palco, fique com os ombros para cima. Tudo bem. E agora… sua vez.’ E ao mesmo tempo, você está equilibrando a parte analítica do seu cérebro, que está falando para onde ir e como fazer para chegar lá, com a outra parte do seu cérebro, que está falando, ‘Sinta tudo que você está cantando e mostre na sua face. Sinta tudo exatamente como você sentiu quando escreveu a canção.’”
Isso parece complicado, eu digo, especialmente se seu ex-namorado está sentado assistindo você.
Para recapitular: enquanto Swift cantava, um milhão de câmeras focaram na face de Styles. “A new notch in your belt, that’s all I’ll ever be,” Swift cantava; a expressão de Styles continuava estudiosamente despreocupada. Eu falo a ela que eu morreria se tivesse que performar na frente de um ex-namorado.
“Bom,” ela diz, “não é difícil acessar suas emoções quando a pessoa que a música é direcionada para está sentada bem do lado do palco assistindo.” Em retrospecto, foi definitivamente uma de suas apresentações preferidas, e ela está particularmente feliz de ter conseguido nos Brits (sua primeira vez). Ela estava “amarradona”.

Agora que eu já falei com Swift, eu consigo perceber o motivo da sua fama: aqui está uma plataforma para acabar com qualquer pessoa que já te desrespeitou na sua vida inteira. Os fãs de Styles acusam Swift de ser imatura; os devotos à Swift (“Swifties”) adoraram (“Que corajosa”). Depois disso, ela levou todos os seus dançarinos para as compras, ela diz, com a memória radiante de um triunfo pessoal sobre um adversário romântico ainda estampado em sua cara.
“Quando você vê um americano que nunca foi para Londres entrar na Topshop da Oxford Circus… Você já foi àquela Topshop? É como um mundo mágico que nós nunca vimos antes… E eles estavam literalmente correndo como criancinhas.”

Swift nasceu na Pensilvânia, a filha mais velha de Andrea, uma atacadista de fundo mútuo, e Scott, um consultor financeiro cuja frugalidade ela herdou e credita. Ela agora conseguiu um contrato com a Coca-cola, mas, apesar de seu flat em Los Angeles, duas residências em Nashville e o pagamento de jantares para seus amigos, “Eu realmente quero ter opções quando eu for mais velha, e poupar meu dinheiro e investí-lo corretamente.”

Na escola primária ela não gostava de biologia e matemática, compensando isso escrevendo e performando músicas sobre paralelogramos (as letras não sobreviveram). Ela descreve o ensino médio como “brutal, intenso”. Ela suspeita que seus colegas a achassem irritante –tocando seu violão, cantando música country e fazendo o que eles consideravam ser coisas desagradáveis, como cantar o hino nacional em um jogo de baseball para sua cidade natal, os Reading Phillies, quando ela tinha 10 anos.
Como a maioria dos astros hoje, Swift diz que era solitária. Foi quando ela começou a escrever músicas, “porque eu podia falar coisas nas canções que eu não tinha coragem o suficiente para falar pessoalmente… porque eu não conseguia falar para aquele cara na aula de inglês que eu achava que ele era bonitinho, e eu não conseguia falar para o grupo de meninas populares que realmente me machucava quando elas não me convidavam para aquela festa do pijama. Eu podia transformar aquilo em uma metáfora, em um refrão, e daí, por alguma razão, aquelas emoções faziam sentido para mim.”

Percebendo a seriedade da sua ambição, a família Swift se mudou para Nashville, onde ela elevou seu jogo. Hoje em dia Swift consegue lotar um estádio e facilmente gerar 750.000 dólares por noite. Nos últimos cinco anoss, ela vendeu mais de 26 milhões de álbuns –mais do que qualquer outro músico. Os downloads ilegais parecem não ter tocado nela. Ela vendeu mais de 75 milhões de downloads de músicas e mantém o Guiness World Record de álbum vendido digitalmente mais rápido, por Speak Now.

O tema principal é “separar os sentimentos complicados em micro emoções que ficam entre amor ou quebra de corações e tentar entender cada um deles”. Swifties e escritores de fofocas parecem gastar suas vidas tentando descobrir com quem “a poeta laureada da puberdade” (The Washington Post) está saindo, decifrando cada palavra que ela canta como se ela fosse Rosetta Stone. Desde 2010, Swift diz que só saiu com duas pessoas. É irritante para ela que o estimado total seja muito maior, incluindo Jake Gyllenhaal, Taylor Lautner e Joe Jonas. Ela definitivamente costumava sair com o músico John Mayer. Ele parece ser algo como um namorado contratável, tendo “namorado” Jennifer Love Hewitt, Jessica Simpson e Jennifer Aniston, agora ele está com Katy Perry. Mayer diz que ficou humilhado quando, após o término Swift escreveu, “Dear John… Don’t you think I was too young to be messed with?” Ele a acusou de “composição barata”. Anti-Swifties sempre notam que Swift escolhe homens que são muito mais legais que ela, por isso eu duvido que o rumor de Ed Sheeran (compositor britânico, muito mais baixo que Swift) seja verdade.
Ela falou em uma entrevista que ela não se importa que algum de seus ex-namorados escreva sobre ela. Mas o que eles diriam? “Depende do estágio do relacionamento,” ela ri, um tanto maliciosamente. “Eu sou uma namorada muito boa. Mas eu sou uma ex-namorada inexistente.”

Eu não a descreveria como empertigada; ela está parecendo muito legal. Um amigo meu notou como suas pernas ficaram “femininas” de uma hora para outra. A Vanity Fair empurrou-a para sua capa de abril. Sua postura e falta de burrice não sugerem uma carreira na indústria musical. Ela não começou a beber até ser legal -21 anos nos Estados Unidos. “Era uma grande meta minha como adolescente de nunca ser rotulada como um trem desgovernado ou uma bagunça ou uma garota festeira, saindo de boates com pessoas aleatórias que eu nem conheço… E eu acho que com todo o esforço que eu fiz para não sair dos trilhos, eu simplesmente fiz isso –eu me comportei.” Eu não consigo imaginá-la bêbada, mas ela protesta: “É! Eu tenho 23 anos!” Ela simplesmente adora trabalhar na sua música ou, ao final de um longo dia, sentar na frente da televisão com sua gata, Meredith, assistindo Teen Mom. Ela está pensando em mudar seu alerta de mensagens de texto para o “da-da” de Law & Order. Quando ela decide que não gosta mais de alguém, eles descolam seu próprio toque: “Da-duh-da-duh-da-duh”. A imitação de Swift desse toque especial se assimila com a música de Tubarão quando o tubarão está prestes a matar a inocente adolescente. Quando ela ouve aquele toque, ela não atende.

Sobre fama: “Eu venho tentando por um longo tempo não deixar isso me tornar estranha. Eu me recuso a ficar intolerável.” Ela tem medo de ser uma diva, e fala do assunto como uma expert na indústria: “É, eu já vi esse tipo de coisa. Eu já vi a amargura.” Ela tem muitas amigas, a maioria experientes atrizes, com suas cabeças costuradas no ombro. Eu já ouvi falar de algumas: Emma Stone e Jennifer Lawrence, Lena Dunham, a mulher que escreve Girls. Ela e Swift se tornaram amigas após Dunham ter mandando uma mensagem direta (DM) a ela no Twitter para contar quanto as músicas de Swift ajudaram a salvar seus corações partidos. Eu imagino que garotas festeiras, como Lindsay Lohan são barradas de seu ciclo interno. Quem é sua melhor amiga? “Eu tenho, tipo, dez delas, e eu sei exatamente qual ligar de acordo com o problema.”

É hora de mais algumas fofocas indecentes. Que tal o rumor de que ela tem um baú onde guarda lembranças de relacionamentos antigos? Isso realmente atinge a Swift. Isso realmente a “incomoda” ela. “Sim, eu li isso, e isso me assustou… quando eu clico num desses blogs, me faz sentir que a próxima noticia vai dizer que eu também tenho um caixão e conduzo sessões noturnas. Tipo, me assusta que as pessoas escrevam sobre isso, e que uma proporção delas acredite.” Ela pode ou não pode ter uma diário, contudo, no qual ela pode ou não escrever notas. Se ela tem um pode ser roubado, e ela se preocupa com isso.

Itens 3 e 4 na lista de fofocas do que ela fez ou não: que tal sobre o rumor dela ter filmado seu novo vídeo usando exatamente o mesmo tipo de touca que Harry Styles gosta de usar? “Eu apenas gosto de usar um chapéu as vezes”, ela sorri de forma de conspiradora. “Quer dizer, as vezes eu faço coisas simbolicamente, como uma piada. Outras vezes, eu estou apenas usando um chapéu”. Ano passado ela cantou Never Ever…(“So he calls me up and he’s like, ‘I still love you’ and I’m like, ‘this is exhausting'”) no Grammy e explodiu num sotaque britânico – imitando Harry Styles, foi dito. Eu achei que foi maravilhoso. Swift se deixa dar uma gargalhada contagiante, para ser perguntada muito sobre isso no blog:
“Quer dizer, aqui vai uma coisa: nem tudo tem que ser explicado ao pé da letra, sabe?” Eu acho que podemos seguramente interpretar como um sim.

Além de música e TV, ela ama nada mais do que conversar com suas amigas por horas, discutindo relacionamentos. “E nós começamos a história de trás pra frente. E, ‘Tudo bem, o que ele está fazendo para provar que ele mudou? E quanto você acredita nele, e quanto você vai acreditar nele daqui pra frente, sabendo o que ele fez no passado?'” Se algum dia ela cair num momento dificil, ela poderá ser uma brilhante tia agoniada ou escrever livros de auto-ajuda, defendendo as tradições femininas modernas de não se tornar prisioneiras de namorados mal comportados. Se um homem apresentar sinais de se separar ou ambivalência, “eu sempre iria embora”.

Quantas chances um homem pode ter?
“Primeiro. Eu não gosto de gritar e berrar e não gosto quando fica confuso. E eu não gosto de ter a fase de ‘Oh, ainda estamos conversando o tempo todo, mas não sabemos onde estamos”. Ela vira os olhos para o quão patético garotos podem ser. Ela gosta de uma frase de um livro que leu recentemente: “Não há som tão alto quanto um telefone não tocando, uma carta sem resposta”. Ela não tem tempo para fobias a compromisso. “Eu não entendo isso, porque ou eu quero ficar com você ou eu não quero…e nós não vamos atrapalhar isso com, tipo, ficando sem querer. Eu não quero persuadir algo que não é real ou vai não vai a lugar nenhum, então se fica estabilizado que a pessoa tem fobia a compromisso, me desculpe – vá ter fobia a compromisso com outra pessoa. Porque eu não estou tentando assustar você, não estou apontando uma arma para você; estou oferecendo ficar com você.” Ela parece muita areia para o caminhão para qualquer cara. Lisa Osbourne (esposa do Jack, filho de Sharon e Ozzy) a insultou no Twitter: “Ou Taylor Swift é um morcego louco e faz todos os caras deixarem dela, ou ela tem padrões muito elevados para esses pobres rapazes! Caindo como moscas.” Ela não é louca. Seleta, talvez.

“Se você é forçada a perguntar por isso – é humilhante. Sabe?” diz Swift. “É mais fácil mostrar a si mesma a porta do que ser arrastada por ela, não acha?” Por um momento ela parece triste.
Eu acho, digo, que o problema é que você é muito madura para sua idade.
“Obrigada,” ela diz. “O jeito que eu olho para o amor vai ser sempre ruim até que seja bom, sabe?”
Talvez você não deva ir para uma pessoa famosa, eu sugiro.
“Não é que eu vá atrás de pessoas da industria do entretenimento. Esses foram os tipos que vieram para mim recentemente.”

A única música dela que não parece ser sobre amor é Innocent, que ela escreveu para Kanye West. Em 2009, Swift ganhou o Melhor Vídeo Feminino no MTV Video Music Awards. West subiu no palco e soltou que quem deveria ter ganhado era Beyoncé. Ele alguma vez se desculpou? Seu olhar sugere “como se”, mas ela diz apenas: “Eu tento não falar sobre isso. Se eu falar sobre isso, vai ser tipo a maior coisa:’Finalmente quebrou o silêncio.'” Após o desastre, Barack Obama pesou, chamando o West de “idiota”. Então Innocent saiu e Swift fez outro milhão.

Você acha, eu pergunto, que não seria um pouco de choque para quem quer que seja que ela tenha saído com, que um dia tudo que você esqueceu de dizer ou não disse esteja numa rádio nacional? Será que algumas pessoas não se perguntam se colocar seus sentimentos e relacionamentos antigos em domínio público não é um pouco louco?
Ela protesta: “Eu não estou colocando seu primeiro e último nome na música, pode ser sobre qualquer coisa. E se isto está ajudando pessoas a lidar com emoções; talvez se eles ouviram uma música sobre isso, eles não ficarão loucos sobre seus ex.”
Gostaria de saber se alguns homens não seriam cautelosos de sair com uma mulher que poderia, então, crucificá-los em uma das mais vendidas cações pop.
“Você nunca sabe quem não a convida para sair” ela diz. “Mas não tenho medo disso. Porque eu sei que não vou parar de escrever sobre minha vida. Então se alguém está com medo disso, então isso não funcionaria de qualquer maneira.” Não é uma garota para o homem de coração fraco.

Discutindo a fobia de compromisso, Swift começou a parecer um pouco triste. Eu tento animá-la. Eu posso vê-la com um homem mais velho, eu digo, encorajadoramente. Talvez não alguém que seja um pop star. Eles não são maduros, nem nos seus 60 anos.
Ela ilumina. “Eu acho”, diz ela com cuidado, atirando-me um de seus divertidos sorrisos cúmplices, “que provavelmente é uma boa observação.”

Após a entrevista, os e-mails de menores de trintões estão obstruindo minha caixa de entrada: “O QUE ELA DISSE!!!???” Muitos deles sugerem futuros pares para Swift: Princípe Harry é o mais cotado. “Ela não deveria sair com o Ed Sheeran”, disse um. “Ele é muito gentil. O que ela vai cantar sobre ele: ‘Você é muito sem graça?” Meu deus, os jovens são duros. Pobre Ed. Mas eles estão certos: o futuro é tremendamente brilhante para Taylor Swift. Especialmente se ela continuar a sair com bastardos.

Novo single de Taylor Swift, 22, será lançado em 22 de março.

Tradução e Adaptaçao: Ana Luiza, Lívia e Eduardo – Equipe TSBR & Portal Swift





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