header142014 não tem sido um bom ano para a indústria fonográfica. Os downloads, principal fonte de renda e divulgação durantes os últimos anos, sofreram o impacto do crescimento dos serviços de streaming e apresentaram os piores números desde que se estabeleceram. Nenhum álbum lançado neste ano teve uma venda significativa. O que justifica as projeções de vendas para o 1989 não estarem como alguns fãs esperariam, uma vez que a indústria está sendo cautelosa. Mas, o panorama pode mudar. E a responsabilidade disso está nos ombros de Taylor e do 1989.

Taylor Swift e o 1989 podem salvar a indústria da música

Até mesmo os admiradores de Taylor Swift — e eles são uma legião — passam muito tempo duvidando da estrla do pop. Eles questionam tudo desde o seu corte de cabelo (mais curto) e a sua fila de supostos namorados (de Joe Jonas a Jake Gyllenhaal) para a sua metamorfose de uma inocente de Nashville para uma borboleta global das paradas de sucesso. Se isso não fosse suficiente, muitos juntaram o destino da indústria da música com o lançamento de seu álbum, 1989, na segunda feira.

Diferentemente de Swift, que se autodescreve como “uma otimista entusiasmada”, os negócios estão na pior. Nenhum de seus colegas lançaram um álbum neste ano que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias em sua primeira semana. Os dois últimos álbuns de Swift — Red de 2012 e Speak Now de 2010 — facilmente ultrapassaram esta marca. O medo no mundo da música é que se Swift e sua gravadora independente, Big Machine, não conseguirem o mesmo com o 1989, é uma má notícia para o formato.

Isso parece ser um peso muito grande para colocar nos seus pequenos ombros de 24 anos, mas Swift parece estar preparada para isso. Em julho, ela escreveu um artigo para o Wall Street Journal no qual ela dispensou as famosas previsões de que os serviços de streaming como o Spotify iriam matar os álbuns de uma vez por todas. Ela reconheceu que as vendas de álbuns estão indo de mal a pior, mas insistiu que as pessoas continuariam a se apaixonar por um grupo seleto de artistas, consumindo seus tweets, indo aos seus shows e até mesmo comprando seus CDs.

Os blogueiros que menosprezaram o que eles colocaram como inocência de Swift, o fazem a sua própria conta e risco. Swift está incansavelmente promovendo o 1989 em seu perfil do Instagram e em comerciais na televisão para a Diet Coke e a Target. No Jimmy Kimmel Live na noite de quarta feira, ela apresentou o seu primeiro single, Shake it Off, em um top preto que ela poderia muito bem ter emprestado do armário de Rihanna. Ela então se juntou a Kimmel em seu estúdio e riu alto com algumas críticas muito positivas do 1989.

O empenho de Swift tem valido a pena. O 1989 tem sido elogiado pelos criticos, os famosos e os mais discretos, e a Billboard projeta que a primeira semana de vendas atinja 900,000 cópias ou mais. Isso é quase três vezes mais que o Ghost Stories do Coldplay, que é atualmente o lançamento de maior sucesso no ano.

Não importa o que aconteça, Swift e a Big Machine, podem contar com isso: 1989 será o álbum mais vendido de 2014, e irá redefinir as métricas para um álbum de sucesso nos tempos do Spotify e do Youtube. Qualquer que seja o número que Swift atinja, será aquele que a sua concorrência terá que bater. Isso é, até que Swift lance o seu próximo. Enquanto Swift quiser gravá-los, álbuns terão um futuro.

Fonte

Próxima notícia >

»




Twitter do site

Facebook do site

Scroll Up