A prestigiada revista de economia e negócios Forbes lançou hoje (26) a lista anual das 100 mulheres mais poderosas do mundo. Pela primeira vez em seus quase 10 anos de carreira, Taylor Swift figura na lista que possui a chanceler alemã, Angela Merkel, como a mulher mais poderosa do mundo pela quinta vez seguida.

Taylor ocupa de 64ª posição sendo, ainda, a mulher mais jovem da lista. Com cinco álbuns certificados platina em nove anos e sete Grammys conquistados até aqui, não é surpreendente que ela pudesse ser considerada “poderosa” somente por isso. No entanto, no último ano, Taylor assumiu a sua posição como feminista abertamente, o que mudou a imagem de “mocinha inocente” que muitos criticos haviam dela.

O seu mais recente álbum, o 1989, foi o mais bem sucedido dos Estados Unidos em 2014 e já vendeu mais de 7.5 milhões de cópias no mundo inteiro. No último domingo, ela quebrou o recordes no YouTube quando lançou o clipe cheio de estrelas para “Bad Blood”. Ela teve, até mesmo, seu próprio emoji no Twitter para promover o vídeo — não existe maior indicativo de que você está dominando do que isso em 2015.

Swift é, ainda, uma das empresárias mais habilidosas da música. Aqueles que acompanharam sua carreira desde o início puderam testemunhar a maneira com que cada passo desde o começo de sua carreira até o sucesso foram planejados meticulosamente e monitorados. Para uma estrela jovem ter evitado um único desastre público em quase nove anos de carreira é um grande trabalho de relações públicas, e a imagem de Taylor é de boa moça, mesmo que ela não projete mais a imagem de perfeição como fez na adolescência.

Ela é conhecida por seu profissionalismo e acessibilidade — aos 16 anos, quando estava começando, ela escrevia cartas para estações de rádio de próprio punho para agredecê-los após fazer uma visita, e aos 18 anos, em sua primeira apresentação no Reino Unido, no King College em Londres, ela ficou para conhecer todos os fãs depois do show. Este ano, ela patenteou as frases como “party like it’s 1989” e “this sick beat”. A Forbes lembra, ainda, que Taylor de tornou a embaixadora do turismo de New York — a cidade para qual ela se mudou em 2014 — e que doou todos os lucros de “Welcome to New York” para as escolas públicas da cidade. Ela já deu $50 mil dólares para o departamento de educação em fevereiro e prometeu continuar doando enquanto a música continuar a vender.

Aos 25 anos, ela é conhecida por convidar os fãs que ficam nos piores lugares nos shows para festas secretas e por mandar presentes personalizados para fãs ao redor do mundo, uma “bondade” que ela consegue equilibrar com decisões firmes e controversas dentro da indústria da música: em novembro, ela removeu todo o seu catálogo do Spotify, e disse para o Yahoo: “Eu não estou disposta a contribuir com o trabalho da minha vida inteira para um experimento que eu não acho que recompense os compositores, produtores, artistas e criadores de música de maneira justa”.

Neste ano, Taylor Swift perdeu o medo de ser odiada e se tornou muito mais interessante por causa disso.

Com informações de Telegraph e Forbes





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