26 de dezembro de 19 Autor: Maria Eloisa Barbosa
Taylor é eleita a mulher que mais mudou o rumo da música nesta década

A Refinery 29 fez uma lista das 7 mulheres que mais mudaram o rumo da música nesta década. Taylor Swift ficou com o primeiro lugar do ranking por ter lutado pelos seus direitos e os direitos de outros artistas. Confira o que o veículo disse a respeito da cantora:

Quando se trata de ganhar dinheiro, nesta década, Swift andou a caminhada muito bem assim como falou sobre o assunto. Em uma indústria em que os lucros dos artistas estão diminuindo rapidamente, mesmo com o aumento das receitas da indústria de streaming de música, Swift começou retirando seu catálogo do Spotify em 2014 ao discordar do streaming gratuito e, por isso, ela não era capaz de disponibilizar sua música e deixar apenas algumas disponíveis para esses assinantes. Swift explicou em um artigo do Wall Street Journal que não achava que a música deveria ser gratuita, mesmo em um ambiente suportado por anunciantes. Ela voltou ao Spotify em 2017, supostamente depois que o serviço diminuiu sua posição de windowing (deixar que os artistas lancem seus álbuns primeiramente no Spotify Premium), além de que as receitas de streaming estavam aumentando significativamente para os artistas. Swift assumiu a Apple Music em 2015, ao pressionar com sucesso o serviço de streaming para pagar aos artistas pelos streams gerados pelos usuários durante o período experimental de três meses. Ela decidiu cuidar de seus colegas artistas e de si mesma em 2018, adicionando uma cláusula ao seu contrato com o Universal Music Group que exige que eles paguem a todos os artistas uma parcela não recuperável de seus ganhos, se venderem suas ações no Spotify. Então, em 2019, Swift assumiu um precedente da indústria em torno dos artistas, dando a oportunidade deles comprarem suas gravações master de volta. Não é algo garantido na maioria dos contratos, mas sua antiga gravadora, Big Machine, de Scott Borchetta, foi desonesta, ao não vender seus masters para ela. Em vez disso, Scott os vendeu para Scooter Braun com o apoio da empresa de private equity (capital privado) Carlyle Group. Muitos estão observando para ver como ela vai reagir, se regravando seus trabalhos para desvalorizar o catálogo que possuem, ou se o grupo envolvido resolverá o argumento de maneira equitativa. De qualquer forma, Swift estabelecerá um novo padrão para que os artistas possuam seu trabalho, que há muito está em atraso.

Você pode acessar a lista completa clicando no link.





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