15 de março de 13 Autor: Erika Barros
Sites comentam primeiro show da Red Tour!

hitay1Vários sites comentaram sobre o primeiro show da nova turnê de Taylor Swift, a Red Tour, que promove seu álbum Red. Confira as reviews traduzidas:

Omaha.com:



A explosão sonora que recebeu Taylor Swift nesta quarta a noite em Omaha rapidamente provou muitas das pop stars dependem da trilha sonora dentro da cabeça de seus fãs.

Para as primeiras quatro canções de início do show “The Red Tour” da Taylor Swift, gritos, assobios e aplausos se misturaram com sua poderosa banda de apoio criando uma cacofonia implacável. Suspeita-se, porém, que poucos na multidão de 13.800 no CenturyLink Center foram necessários para se fazer entender os vocais de Swift sobre o barulho. Eles podiam ouvir dentro de sua cabeça enquanto se divertiam com os dançarinos, com a pirotecnia, com os sensuais membros da banda e as cantoras de apoia, e claro, a própria Swift.

Em algum lugar em meio ao super espetáculo, há uma mulher de 23 anos que escreve melodias cativantes mas atraí muitos milhões de jovens admiradores com suas letras sobre viver no limite da vida adulta. Aqueles que vierem essa noite pare o segundo e último show em Omaha esperando ouvir aquelas letras terão que esperar por um tempo. Mas quando Swift trocou o clima na metade do caminho atraves do show de abertura dessa quarta, ela deu aos não iniciados em sua audiencia um gosto do por que ela se conecta com seus fãs.

Eles também podem esperar mais do que um gosto do vermelho – não mencionando ‘Red’, seu mais recente trabalho, que conta com 13 das 17 músicas do set. Depois assoprar ‘State of Grace’ e ‘ Holy Ground’ para abrir o show, ela parou antes de se lançar para a música titulo. Red, ela disse, define “ciúmes, raiva, coração quebrado, se apaixonado, se desapaixonando” – todos os sentimentos que se mantém a tona cada vez mais e mais em sua música e sua vida. Isso me fez lembrar três garotas de 16 anos de Omaha que estavam andando pela multidão antes do show, levando cartazes que diziam “Bem vinda a Omaha, Taylor Swift!” e “T-Swizzle –Nós te amamos Taylor, Forever and Always,” na tentativa de atrair atençãosuficiente para serem convidadas para a área em pé, na extensão em formato de T do palco principal. 
“Nós estamos todas no ensino médio, então estamos passando por relacionamentos,” disse Krista Pedersen, que se juntou a Lillian Griffith e Gina Mavhezha para comemorar o aniversário de Griffith. “Muitas das músicas dela são de ódio para garotos, então é tipo incrível cantar junto a elas.”
“E ela é bonita,” Griffith adicionou. 
Isso vem sendo uma combinação vencedora para Swift desde que ela começou a ficar no topo das paradas sete anos atrás aos 16. Mas a magia tende a acabar para estrelas teen quando eles alcançam seus 20 anos a não ser que eles encontrem sua voz pessoal que amadurece junto com seus fãs. Felizmente, a seleção de músicas do CD “Red” de Swift para a turnê –pelo menos as que davam para ouvir sem esforço- indica que ela reconhece o perigo de ficar muito jovem como uma compositora por muito tempo. 
Enquanto ela celebra ser jovem adulta em “22”, ela deixa-se ser levada do palco principal através da adorável plateia para celebrar um pouco mais no palco auxiliar. Então Swift de repente mudou o humor para sua próxima música, “I Almost Do”, que ela performou só com ela e o violão. A música, ela disse, era sobre a tentação que pessoas jovens podem ter de ligar para um ex-namorado que não é bom para eles. “Essa é a música que eu escrevi ao invés de fazer a ligação,” ela disse. “Mas eu quase fiz.” 
Os comentários de Swift sobre “Mean,” um dos seus hits do álbum de 2010 “Speak Now”, também refletiram um ponto de vista em evolução. “Eu costumava imaginar que quando você ficava crescida, não teriam mais bullies,” ela falou para a plateia. Mas não importa o quão velho uma pessoa ficar, “sempre vai ter alguém que implica com você.” Quando ela começou a cantar, a audiência revelou o quanto se identificava com a música: Eles começaram a cantar junto imediatamente. 
Eventualmente, o espetáculo se reafirmou assim que Swift “voou” do palco auxiliar, cantando “Sparks Fly” o caminho todo. O nível de animação e decibéis alcançaram seu limite com “I Knew You Were Trouble,” o single mais recente de Swift de “Red”. A coreografia tornou a arena em uma massiva festa dançante, com solos de baixo dubstep e uma dose pesada de faixas de luz. A apresentação em forma de circo de “We Are Never Ever Getting Back Together” limitou o frenesi, mas esperanças de “bis” foram frustradas quando as luzes do local imediatamente se acenderam. 
Uma pessoa só é jovem uma vez. Para Swift, agora é a hora de celebrar sua habilidade em cantar no centro de seu próprio circo. Se ela continuar escrevendo tão habilidosamente sobre seus sentimentos, ela ainda vai estar aqui quando os fogos vermelhos da juventude se transformarem em tons mais quietos.

MTV.com:

Taylor Swift arrasa na Red Tour com shorts curtos e Ed Sheeran

Swifties anotem: Taylor Swift vai remexer, tocar bateria e jogar o cabelo na Red Tour.
A caminhada tão esperada começou na noite de quarta, em Omaha, Nebraska, no CenturyLink Center. Swift subiu ao palco para executar faixas de Red e músicas antigas como “Sparks Fly”.
“Perceba, esta é a parte em que eu fiquei ansiosa por muito tempo, porque esta é a parte em que eu digo a você, Omaha, Nebraska: Bem-vindo à primeira noite da Red Tour”, ela disse no início do show. O anúncio foi recebido com muitos aplausos da plateia.
Durante o show, Swift tinha mais de 10 trocas de roupa, incluindo um look onde ela usava um top de renda, shorts de couro e sapatos vermelhos e outra roupa que ela optou por uma camiseta listrada com calça vermelha.
Em imagens obtidas pela MTV News, Swift joga seu cabelo ao longo de “Red”, tocou bateria em “Holy Ground” e arrasou no violão durante “Sparks Fly”. Depois ela se juntou ao Ed Sheeran, que fez a abertura do show, com o dueto “Everything Has Changed”.
Ela vai tocar em Omaha novamente na noite de quinta (14 de março) antes de levar o show para St. Louis na segunda-feira, 18 de março. A caminhada de 66 shows vai correr bem até 21 de setembro, quando está programado para ser em sua cidade, Nashville.
E, para os fãs que querem saber o que eles podem esperar do show, no início desta semana Swift falou sobre o que os espectadores verão em seu espetáculo de 2013. “Eu acho que os fãs da Red Tour podem esperar o inesperado”, disse ela. “Eu acho que eu realmente gosto do elemento surpresa e eu amo incorporar isso nos shows. Eu gosto que essa turnê seja completamente diferente de cada uma que já fizemos.”

KMTV.com:

Omaha, Nebraska –Uma arena cheia de adolescentes gritando e seus pais animaram Taylor Swift no primeiro show da sua turnê de “Red” em Omaha na quarta-feira a noite. 
“Omaha, Nebraska, bem vindos a primeiríssima noite da Red Tour!” Swift gritou para a plateia após sua primeira música. 
A estrela pop-country de 23 anos começou seu show tocando uma guitarra deslumbrante vermelha e cantando de uma microfone enrustido com rubis. 
“Você simplesmente conecta-se com ela, ela parece ser ótima,” diz Merika With, uma fã que dirigiu de Chicago para ver o show. 
Nós conhecemos fãs que viajaram de Colorado e Califórnia para ver Swift.

Esta é a segunda vez que Swift inicia uma turnê em Omaha. A sua turnê de 2011 também começou no Centurylink. Vendeu mais ou menos 27.000 ingressos, arrecadou quase dois milhões de dólares, e ficou entre os 200 maiores shows daquele ano.
Swift também vai tocar no Centurylink de Omaha na quinta-feira. Ambos os shows estão lotados, mas hoje mais cedo no Centurylink tweetou que eles ainda tinham algumas cadeiras sobrando na bilheteria.

WIFC.com:

Taylor Swift iniciou a RED Tour em Omaha, Nebraska, na quarta-feira à noite, com o primeiro show de duas noites no CenturyLink Center da cidade. 
Ela abriu o show com “State of Grace” e seguiu com “Holy Ground e “Red”. No total, 13 das 17 músicas que Taylor performou da setlist eram do CD Red. Ed Sheeran abriu para Taylor. Taylor cantou “I Almost Do” somente com seu violão. O Omaha World-Herald conta que ela falou para a forte plateia de 13 mil pessoas que a canção era sobre a tentação que as pessoas sentem em ligar para um ex que não é bom para elas. “Esta é a música que eu escrevi ao invés de ligar,” Taylor disse, rapidamente adicionando, “Mas eu quase liguei.” A RED Tour é a terceira grande turnê de Taylor, seguindo a Fearless e Speak Now. Taylor vai performar um total de 66 shows em 47 cidades na América do Norte nos próximos seis meses. 
Aqui está a setlist do show de quarta-feira à noite de no CenturyLink Center, de acordo com Alterthepress.com:
“State of Grace” 
“Holy Ground” 
“Red” 
“You Belong with Me” 
“The Lucky One” 
“Mean” 
“Stay Stay Stay/Ho Hey” (The Lumineers cover) 
“22” 
“I Almost Do” 
“Everything Has Changed” (com Ed Sheeran) 
“Begin Again” 
“Sparks Fly” 
“I Knew You Were Trouble” 
“All Too Well” 
“Love Story” 
“Treacherous” 
“We Are Never Ever Getting Back Together”

Tradução e Adaptação: Eduardo Kurylo, Nathalia Del Giudici e Lívia Corrêa – Equipe TSBR





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