No começo da semana, em Bossier City, Louisiana, Taylor Swift tocou dezoito músicas para um público lotado no CenturyLink Center, iniciando a parte norte-americana da 1989 World Tour. Porém, seu show na arena para 14 mil pessoas foi apenas o começo do que promete ser, financeiramente, o melhor ano de sua carreira até o momento.

A turnê de Swift, que está programada para mais de 75 datas por três continentes até o final de 2015, deve marcar sua primeira ultrapassagem a marca de US$100 milhões lucrados em um ano. De acordo com a Pollstar, Swift vem arrecadando cerca de US$2.5 milhões por parada na estrada nos anos recentes.

Tanto os números de venda de ingressos como seu merchandising devem crescer drasticamente a medida que Swift passe de lugares pequenos como Bossier City para lugares enormes nas grandes cidades.

Hoje à noite, por exemplo, Swift irá tocar no LSU Tiger Stadium, em Baton Rouge, com capacidade para quase 100 mil pessoas. Mais pra frente nesse verão, ela irá tocar diversas noites em estádios da NFL, como o Lincoln Financial Field, na Filadélfia, e o Soldier Field, em Chicago.

Estes são lugares onde Beyoncé tocou com Jay-Z (por apenas uma noite no verão passado, não várias noites) durante o ano em que lucrou US$115 milhões, atrás apenas de Dr. Dre com US$620 milhões. Nos últimos três anos, Madonna é a única outra artista solo a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões em apenas um ano.

Com sua 1989 World Tour programada para alguns dos maiores estádios do planeta pelos próximos seis meses, Swift parece ter quase superado as arenas mais freqüentemente usadas por artistas pop solo e ter entrado para o ar financeiramente rarefeito e historicamente habitado por gente como U2 e os Rolling Stones.

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