25 de fevereiro de 13 Autor: Erika Barros
Scans + Tradução: Entrevista para a Cleo Malásia

cleo2Taylor Swift é capa e destaque da revista CLEO, da Malásia, de Fevereiro. Nossa equipe traduziu a entrevista na íntegra, confira-a abaixo, juntamente com os scans da publicação:

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Movendo-se rapidamente

Taylor Swift fala sobre como emoções alimentam suas músicas, como ela lida com sua vida no olhar público e, no fim das contas, como ela não dá a mínima para o que você pensa dela.
Você pode usar seu coração na manga mas para a vencedora de seis Grammys Taylor Swift, ela escolhe deixar tudo sair na sua música. O seu quarto álbum de estúdio Red não é exceção, e ela diz que ele é todo sobre amor. O single principal do CD, “We Are Never Ever Getting Back Together” ficou no topo do iTunes ao redor do mundo e vendeu incríveis 623,000 cópias na primeira semana, se transformando no seu primeiro hit número 1. Críticos dizem que esse álbum é o melhor de sua carreira pois mostra a flexibilidade de Swift como uma musicista and a experimentação sucessiva dela com diferentes gêneros. Os fãs amam pois, como os outros CDs, as letras falam com eles, fazendo com que eles se identifiquem com tudo que Swift está cantando sobre. Não é surpresa então que Red vendeu mais de um milhão de cópias na sua semana de estreia nos EUA, se tornando a melhor estreia de uma artista feminina, apenas atrás de “Oops!… I Did It Again”, de Britney Spears.

O seu novo álbum Red é fantástico. Qual é o seu processo de composição, você senta com um violão e deixa acontecer?
Isso é exatamente o que acontece. Eu escrevi uma música com Ed Sheeran para esse CD e nós temos estilos de composição muito similares. Você simplesmente começa a cantarolar e tocar acordes e cantar em cima. Eu tenho uma ideia no meio do dia ou da noite – não importa que horário seja, é mais ou menos algo que vem do nada.

Então você tem um bloquinho perto da sua cama?
Eu tenho um bloquinho. Eu tenho meu celular que tem um aplicativo de gravar porque às vezes eu penso em uma melodia que fica com a batida na sua cabeça e na outra manhã parece ser tão idiota quando você acorda e você está ouvindo à aquela nota de voz e cantando por cima. Mas de alguma forma você cria uma ideia a partir daquilo.

Então é no meio da noite que você tem suas melhores ideias?
O meio da noite é quando muitas boas ideias aparecem. Ou às vezes eu estou dirigindo uma estrada e algo surge na minha cabeça. Em muita parte do tempo, quando eu estou viajando em um avião ou quando estou no carro, eu começo a pensar em coisas e eu geralmente penso em coisas em forma de letras.

O álbum é chamado Red e é sobre amor. Pra você, vermelho é a cor do amor?
Sim. É a cor do amor, da raiva, dos ciúmes, paixão, aventura e perigo – tudo isso.

Que vem com o amor?
É. As coisas boas e ruins. Então eu penso que esse CD foi como um desvio aventureiro do que eu geralmente faço.

Você acha que escrever sobre amor é o jeito de fazer paixão e emoções fluírem?
Eu acho que sim. Eu acho que pra mim é um jeito de justificar as coisas. Mesmo que algo me machucou, valeu a pena se eu consegui escrever uma canção sobre isso, sabe?

E esse é o jeito de passar uma mensagem para alguém, botando em uma música e falando, “isso foi exatamente o que você fez?”
Sim, é interessante. É tipo escrever no seu diário, e é por isso que eu acho que tenho uma relação tão próxima com meus fãs. Eles sabem o que eu passei nos últimos anos porque eles escutaram tudo nas minhas músicas.

Você vive sua vida no olhar público, tudo é ampliado, especialmente seus relacionamentos – então como você lida com isso?
Eu só finjo que não está acontecendo porque tem um monte de coisa escrita sobre mim que não é verdade e coisas que são especuladas – Eu só não presto atenção nelas. Eu não leio minhas fofocas; Eu não me procuro no Google. É um jeito muito mais saudável de viver quando você prioriza ser feliz ao invés de priorizar saber tudo sobre você, tipo, o que as pessoas pensam.

Você ficaria maluca se você fizesse isso.
É, e é um daqueles casos que ignorância é com certeza um ponto positivo. Quanto menos você sabe, melhor.

Você vive sua vida do jeito que quer viver, ou tem coisas que você não pode fazer?
Têm coisas que eu não posso fazer. Mas eu não presto muita atenção nelas. Eu adoro sair, ir a restaurantes, ao supermercado, fazer compras e passear – eu amo fazer essas coisas. As coisas que não posso fazer são lugares muito lotados. Eu não posso ir a feiras e festivais e lugares onde tem tipo milhares de pessoas andando, pois vai criar uma multidão. Mas não é tão ruim.

Você conquistou muito para alguém tão jovem. Como você se sente sobre isso?
Ganhar prêmios é algo muito importante. São as histórias que você vai contar para seus netos algum dia. É tão animador ter essas memórias acontecendo tão cedo na minha vida e eu fico muito animada coisa as coisas. Eu simplesmente nunca vou ficar entediada com isso. Eu nunca vou tomar isso como certo.

Tradução e Adaptação: Lívia Corrêa – Equipe TSBR & Portal Swift





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