Pitchfork elege o álbum Red como um dos 200 melhores da década


A Pitchfork, revista especializada em música, fez uma lista com os 200 melhores álbuns da década. Nela, Taylor Swift aparece com seu quarto álbum de estúdio, Red, em 59 º lugar:

“Red é o retrato de uma jovem mulher ansiosa para sentir tudo no caminho para o topo. Suas músicas são autoconscientes o suficiente para serem divertidas e corajosas o suficiente para serem honestas, capturando o poder de crescimento de um amor sentido pela primeira vez. O álbum deu para Taylor Swift seu primeiro hit número 1 (a irresistível “We Are Never Getting Back Together”) e inaugurou muitas de suas famosas estratégias de marketing: os comemorativos tênis Keds, caixas de pizza do Papa John e fofocas nos tabloides. Além de suas tendências pop, a história de amor vai e vem de “Stay Stay Stay” e a balada melancólica de renovação “Begin Again” seriam algumas de suas gravações acústicas finalizadas da década. Logo depois de Red, ninguém na América seria capaz de perguntar “Quem é Taylor Swift, afinal?” –Anna Gaca

Taylor também está na lista das 200 melhores músicas da década, com All Too Well na posição 57:

“All Too Well”, o hino escondido de Red, captura tudo o que torna Taylor uma compositora de classe mundial: sua inteligência emocional, sua sinceridade, sua economia de palavras, sua habilidade de achar beleza na vulnerabilidade. Swift conta uma grande história congelando o tempo e aprofundando pequenos detalhes que parecem irrelevantes para outras pessoas: o cachecol que seu ex (supostamente Jake Gyllenhaal) guardava como lembrança, a luz da geladeira que iluminava as festas da meia-noite. Todas essas hiperespecificações, rigorosamente registradas, protegem a dor de Swift para que ela possa cuidar dela; quando ela canta: “Era raro / eu estava lá”, ela afirma sua própria experiência contra aqueles que a banalizariam. À medida que a música se desenvolve, sua guitarra, antes de maneira suave, ganha energia, os pratos começam a bater e a voz de Swift aumenta constantemente. Mas ela realmente não precisa de volume para transmitir o tamanho do estrago. São os momentos mais silenciosos que melhor servem essa história – eles fazem você se aproximar o suficiente para ver todas as pequenas fissuras em seu coração partido.” –Olivia Horn


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