Em recente entrevista, o veterano da música, James Taylor, falou sobe a nossa amada Taylor Swift, confira:

Você já cantou com a Taylor Swift.

Eu e ela já estivemos juntos antes dela decolar. Nos encontramos, seus pais tinham tocado muitas das minha música para ela, quando ela estava crescendo e sua mãe disse que a nomeou de Taylor por minha causa. Foi um prazer conhecê-la e ela parecia ser uma boa pessoa, uma jovem séria, tentando encontrar seu caminho no mundo da música. A outra vez que eu a vi, ela estava fazendo um piquenique na empresa. Nós saímos do vestiário e ela disse: “Eu estou terminando minha turnê em algumas semanas, você poderia ir no palco do Madison Square Garden e cantar comigo?” e eu disse: “Claro.” Ela não mudou muito, suas circunstâncias mudaram, mas ela está lidando com isso muito bem, ela está superando a fase em que ela era a primeira.

Você tem uma sensação de que com seu último álbum, ela está se tornando menos country?

Sim, eu também penso assim. O primeiro que ela fez foi em Nashville em um contexto country, mas ela está mais própria. Ela tem 22 anos agora, ela tinha 18 ou 19 anos quando nos conhecemos. Acho que ela está encontrando mais sua própria voz e ela parece mais com o que ela quer parecer do que quando ela foi interpretada pela primeira vez pelas pessoas que produziram ela.

Sua recente turnê com Carole King não teve pirotecnia moderna. Você acha que isso tira a atenção da música?

Não, acho que eles são bons. É apenas uma questão do tipo de espetáculo que é. Lady Gaga, Madonna… Taylor Swift tem definitivamente um show de alto valor de produção, com mensagens de patrocinadores, muito merchandising. É definitivamente uma engrenagem alta, atirando para todos os lados com a turnê mundial. Acho que as pessoas podem fazer o que é maravilhoso, e eu vejo muito de sua própria personalidade e criatividade nesse processo, mas não é simplesmente a coisa que eu faço. Carole e eu somos os tipos de músicos em que tudo é sobre a música, não temos vídeos, pirotecnia, neve, elefantes, tigres pulando através de aros em chamas e um exército de robôs de dança. É um evento muito mais simples,com a possibilidade de ser uma conversa íntima e real com as pessoas que estão lá.

Fonte: WSJ
Tradução e adaptação: Louise – Equipe TSBR





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