Recentemente, a revista The New York Times publicou um artigo falando sobre a situação em que Taylor se encontra com a gravadora Big Machine e o empresário Scooter Braun.

No artigo, a revista comprova que a Big Machine realmente enviou um e-mail proibindo que Taylor utilizasse suas músicas no documentário da Netflix. Confira o trecho abaixo.

“A Big Machine negou que tenha tentado ‘bloquear’ o especial que a Netflix estava planejando sobre Taylor. Embora a imagem completa das negociações não estivesse clara, um representante de Swift enviou ao New York Times um e-mail datado de 28 de outubro no qual um executivo da Big Machine disse que a empresa que não aceitará emitir licenças para gravações existentes ou renúncias de suas restrições de gravação em conexão com o documentário da Netflix.”

Sobre a proibição da gravadora, o artigo também diz:

“De acordo com Susan C. Genco, executiva e palestrante na U.C.L.A. (Faculdade de Direito), é possível que a Big Machine afirme que o desempenho de Swift violaria o controle contratual das gravações, uma vez que os espectadores podem salvar e reproduzir a transmissão – mas isso, ela disse, seria uma interpretação incomum dos termos típicos do contrato.

‘Uma gravadora pode ter um argumento técnico de que uma apresentação de televisão gravada é uma violação desses contratos’, disse Genco. ‘Mas certamente não é a intenção da provisão de novo registro e, que eu saiba, não é uma posição que alguma gravadora já assumiu antes.’ Ela acrescentou que, definitivamente, isso não é uma posição favorável ao artista.”

Sobre os esforços recentes de Taylor, o artigo completa:

“Swift também invocou a empresa Carlyle Group, uma grande investidora private equity (ou seja, de capital privado), na empresa de Braun (Ithaca Holdings) que ajudou a financiar a compra da Big Machine, levando seus seguidores a compartilharem informações entre si sobre o empresa. O Carlyle Group não respondeu até o momento.”

Matéria publicada pelo The New York Times e traduzida pela Equipe TSBR.





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