Em setembro de 2015, o radialista David Mueller entrou com uma ação contra Taylor Swift afirmando que perdeu seu emprego com base em falsas alegações de que havia a assediado sexualmente em um Meet & Greet colocando a mão por baixo de seu vestido e a apalpando.

Inicialmente, Taylor havia apenas denunciado o radialista a estação de rádio qual trabalhava, mas a cantora resolveu entrar com um contra-processo confirmando o assédio.

A foto do M&G foi entregue ao juiz responsável como uma das provas do caso, logo a mídia tentou conseguir sua divulgação, mas a pedido de Taylor e seus advogados o sigilo da foto foi mantido, porém o juiz liberou um trecho do depoimento de Taylor sobre o caso.

Leia:

“No momento que tivemos que posar para tirar a foto, ele usou a mão para levantar meu vestido e pegar na minha bunda. Não importa o quanto eu escapava, ele continuava lá. Foi completamente intencional, nunca tive tanta certeza de alguma coisa na minha vida. Me lembro de ter ficado assustada. Tensa. Me senti violada como nunca antes. Um meet & greet deveria ser um momento em que você agradece as pessoas por virem. Você deve receber as pessoas em sua casa, que é a arena de shows no dia. E alguém violar essa hospitalidade dessa forma, fiquei completamente em choque.”

Em um de seus primeiros depoimentos o radialista, David Mueller, admitia que Taylor havia sido realmente assediada, porém alegava que a mesma estaria se confundindo ao processá-lo, pois o verdadeiro culpado seria Eddie Haskell, seu superior na estação de rádio. Agora, segundo novo depoimento de David, o assédio foi “acidental”.

De acordo com o processo, caso Taylor o vença todo o dinheiro ganho a partir dele será doado para organizações de caridade dedicadas a proteger mulheres de atos similares de agressão sexual e desrespeito pessoal.

Fonte: Billboard.com





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