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Taylor Swift é a primeira mulher a ser nomeada por duas vezes a “Mulher do Ano” pela revista Billboard. O anúncio da escolha já havia sido feito há algumas semanas, no entanto, a premiação irá ocorrer dia 12 de dezembro em Nova York. Como de costume, a mulher eleita para tal posto recebe lugar de destaque na capa da edição da revista dedicada à isto, e a Billboard acabou de revelar a capa de Taylor e uma prévia da entrevista realizada por eles.

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As 5 maneiras com que Taylor Swift dita as suas próprias regras

A Billboard irá lançar a sua edição anual das Mulheres na Música nesta sexta-feira, e pela segunda vez, Taylor Swift está na capa como a Mulher do Ano da Billboard. Pode-se dizer que é um título do qual ela mereceu, considerando que ela recentemente conquistou a melhor primeira semana de vendas de um álbum desde 2002 – apesar das previsões da indústria e de pessoas da sua própria equipe.

Na entrevista (que será lançada completamente amanhã), Swift revela as batalhas nos bastidores que ela teve que enfrentar para manter o country de fora do seu ousado álbum pop, 1989, o que ela pensa das críticas à “Welcome to New York” e detalhes de seu relacionamento com as suas amigas famosas , incluindo Lorde e Lena Dunham. Aqui estão as cinco maneiras com que Swift dita as suas próprias regras:

Quando se trata de música, ela não se compromete

Quando Swift contou ao fundador da Big Machine Records que não tinha gravado um álbum country, “ele entrou em um estado de semi-pânico”. Swift conta à Billboard que ele implorou que ela “countryficasse” o álbum. “Pode me dar três músicas country?” e “Podemos colocar um violino em Shake It Off?” são duas das perguntas que Swift lembra que ele fez. “Todas minhas respostas foram um certeiro “não”, porque parecia insincero tentar explorar dois gêneros quando o seu álbum se encaixa em só um deles”.

Ela não se entrega

Quando a Billvoard a perguntou sobre as críticas para “Welcome to New York”, Swift não viu motivos para se desculpar. “Quando você escreve uma música, está escrevendo sobre uma emoção momentânea”, diz Swift. “Pegar uma música e tentar aplicar ela à todas as situações que todo mundo está passando — economicamente, politicamente, em toda um área metropolitana — é pedir muito de uma só música”.

As suas letras sãoasúnicas que ela irá cantar

“Não vou ser uma dessas artistas que entra [em uma sala cheia de compositores] e diz: ‘eu não sei, sobre o que vocês querem que eu escreva?’, ou uma dessas coisas que eles dizem: ‘então, o que está acontecendo na sua vida?’, e eu conto para eles e eles escrevem uma música sobre isso. Não seria uma cantora se não fosse uma compositora. Não tenho nenhum interesse de cantar as palavras de outra pessoa”.

Swift não deixa que os outros controlem a sua imagem

Mesmo depois que a sua equipe concordou com a ideia de um álbum pop, haviam preocupações. “Me lembro de todas as reuniões em salas de conferência… eles diziam: ‘Você tem certeza que quer fazer isso? Tem certeza que vai chamar o álbum de 1989? Achamos que isso é meio estranho. Você tem certeza que quer colocar uma capa com menos da metade da sua cara ali? Você tem certeza que quer pegar um gênero que você já se consolidou, e mudar para um que você é uma novata?’ E eu respondia a todas essas perguntas com um: ‘Sim, eu tenho certeza’ muito frustrada comigo mesma naquela hora — tipo ‘Gente, vocês não percebem, é isso que eu estou morrendo de vontade de fazer?'”

Ela cuida de seus amigos — e é (meio que) uma treinadora da vida

“Taylor é como uma força de energia protetora”, Lorde conta para a Billboard. “Ela cuida de todo mundo que ela conhece. Nós duas somos interessadas e envolvidas nos funcionamentos da indústria. Eu tenho essa ideia na minha cabeça de que ela deveria dar palestras — “Os 13 passos de Swift” ou qualquer coisa do tipo”. Nos inscreva.

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