Taylor Swift ficou muito chateada na semana passada por causa de um álbum de oito faixas ao vivo de sua música que seria lançado, embora não autorizado.

“Live from Clear Channel, Stripped 2008” é apenas parte do catálogo de Swift adquirido por Scooter Braun e Scott Borchetta, este último da Big Machine Records. Foi a primeira vez que eles abriram a biblioteca de materiais não lançados desde que Braun e alguns sócios compraram a Big Machine no ano passado.

Swift, que conhece bem como funciona o mundo dos negócios da música, tomou conhecimento do material que estava sendo preparado para chegar às plataformas de streaming e resolveu se pronunciar. Ela postou um aviso para seus fãs no Instagram, explicando a situação. Ela criticou a família Soros e o Grupo Carlyle, acusando-os de “ganância vergonhosa”.

Bem, funcionou. O álbum apareceu na semana passada e, inicialmente, vendeu 7 cópias. SETE. Então, na sexta e sábado, outras 26. O total é 33. TRINTA E TRÊS. É isso aí. Ninguém comprou. Além disso, parece que apenas o Spotify o disponibilizou. O Apple Music não. Parece que Swift venceu embora, francamente, valha a pena ouvir. Mas entendi o ponto de vista dela.

Aqui está um print do site Buzz Angle, também conhecido como Alpha Data, com as imagens. Ignore a data de lançamento, que foi na última quinta-feira. 26 de junho de 2008 é a data em que foi gravado. A Universal colocou os detentores de direito em todas as 8 músicas no YouTube e produziu cerca de 6.000 visualizações no total.

Matéria publicada pelo ShowBiz 411 e traduzida pela equipe TSBR.

Próxima notícia >

»




Twitter do site

Facebook do site

Scroll Up